Artigo Tempo de leitura: 8 min.
Publicado em: 08 maio 2025

Testemunhos: o que os subscritores ganharam com os nossos conselhos

5 subscritores da DECO PROteste Investe contam como passaram a gerir as poupanças desde que são assinantes, e como as recomendações ajudaram a aumentar o património.

Diogo Marinho e a esposa Joana deram uma volta de 180 graus às finanças pessoais desde que subscreveram a Proteste Investe. "Achei que merecíamos mais do que poupar e manter sempre o mesmo dinheiro, sem qualquer retorno financeiro", revela.

O seu "sonho" inicial era ter um depósito a prazo de 10 mil euros, mas esta postura conservadora é coisa do passado. "Mudei o meu perfil de investidor e posso definir-me como moderado: aceito algum risco, estou disposto a corrê-lo e a esperar", acrescenta.

O casal passou a pente fino os gastos e as poupanças da família, redirecionando os investimentos de acordo com as recomendações dos nossos especialistas. Neste momento, tem Certificados de Aforro, o Lusitania Poupança PPR, o PPR Save & Grow da Casa de Investimentos, o fundo Selecção Agressiva da Optimize e apenas um depósito a prazo no Bankinter.

As aplicações que fez permitiram-lhe amortizar, antes da subida das taxas de juro, uma parte do crédito habitação e investir noutro imóvel para arrendar. "No futuro, é um investimento com risco quase nulo para os nossos filhos de 5 anos e de 3 meses, e um complemento à nossa reforma", reconhece o casal.

Entretanto, Diogo liquidou as ações do clube do seu coração, o Sporting. "Considero que no mundo financeiro não devemos fazer investimentos emocionais", admite. Segue também a regra de ouro de não investir em produtos que não conhece bem, como REIT, criptomoedas, derivados, etc. 

De gestora passiva a ativa

A médica Cátia Felício também passou a gerir as suas poupanças de forma radicalmente diferente. Há cerca de três anos, uma amiga contou-lhe que havia feito uma formação em literacia financeira, e um familiar mencionou que investia em Certificados de Aforro.

"Ao ouvi-los falar, decidi fazer uma formação em literacia financeira e passei a ouvir o podcast do Pedro Andersson, mas, em 2023, subscrevi a DECO PROteste Investe porque não se limita a transmitir princípios básicos de investimento. Aprecio a análise imparcial, independente que faz, por exemplo, das ações, e as recomendações que dá sobre os melhores ETF.

Ao ler os artigos fico sempre com a perceção de que transmitem informação adequada às minhas necessidades. A partir do momento em que subscrevi passei a ser uma leitora assídua, não só em formato em papel, mas também das notificações que recebo por e-mail. Vou logo ver a análise", revela, visivelmente satisfeita.

"Antes aplicava as poupanças única e exclusivamente em depósitos a prazo, primeiro na CGD e depois no Montepio, que me eram sugeridos pelo gestor de conta. Não tinha perceção se estava a ter o melhor retorno ou não. Confesso que não pensava no assunto. Não tenho formação na área, nem conhecimentos suficientes para conseguir fazer uma análise adequada. Como pequena investidora, é na DECO PRoteste que encontro essa informação e análise."

Neste momento, a sua carteira é constituída por um fundo de emergência com capital garantido – depósitos a prazo e Certificados de Aforro –, e a longo prazo fez uma distribuição de 60/40% entre capital garantido e risco.

Neste campo, tem ETF de ações globais e de obrigações, alguns ETF temáticos (setor da Defesa, ouro) e algumas ações recomendadas pela edição semanal da Carteira, que aconselha quando vender, manter ou comprar.

"Decidi investir de uma forma regular. Se não fossem as recomendações da DECO PROteste Investe, não conseguiria escolher adequadamente os produtos, ou iria atrás de sugestões de pessoas cuja opinião não é imparcial. Aquilo que é bom para o amigo do lado pode não ser o mais adequado para mim", assegura.

Como investe a longo prazo, não fica stressada quando os mercados caem. "Até ao momento, não, porque quando faço um investimento, penso sempre 'porque estou a fazê-lo' e 'durante quanto tempo?' Não tomo decisões impulsivas, se bem que, às vezes, equaciono se realizo já as mais-valias, porque se calhar não vai continuar a subir ad aeternum.

Do que leio, é suficiente para colocar em prática." Recentemente, Cátia Felício subscreveu, também, a Escolha Acertada Reforma Global Equities PPR, do BPI, com maior percentagem de ações. Como tem maior risco, renunciou ao benefício fiscal para poder resgatá-lo quando quiser.

Por outro lado, faz bom uso dos protocolos da Proteste Investe que beneficiam os subscritores. "Abri conta no Banco Invest com o valor inicial de 1000 euros em vez de 5000, e subscrevi a Escolha Acertada, o Alves Ribeiro PPR. Comparo sempre os melhores PPR. Isso tem-me permitido sugerir aos familiares e colegas de trabalho. Na DECO PROteste Investe vou buscar informação que não encontro em mais lado nenhum, e poder tomar as minhas decisões deixa-me mais tranquila. Há algum tempo, aceitava as sugestões do gestor de conta e nem questionava."

Também aprecia os artigos comparativos sobre o melhor banco para investir e a plataforma mais adequada para investir. Optou pela Trade Republic, Escolha Acertada do nosso último teste, que remunera o valor na conta não investido.

Socorrendo-se da análise publicada na revista Carteira sobre Donald Trump, vendeu a Bitcoin que tinha quando esta ultrapassou a barreira dos 100 mil dólares. "Ter um perito em assuntos geopolíticos e económicos permite antecipar decisões, fazendo toda a diferença", conclui.

Mudança de estratégia 

Subscritor desde 2002, Carlos Neves, já reformado, aceitou de bom grado contar a sua experiência quando a DECO PROteste Investe celebrou 20 anos. Na altura, contou que os fundos em que tinha investido acumulavam valorizações médias na ordem dos 30 e 40%, em cinco anos.

Mais recentemente, devido à idade (entre 70 e 80), alterou a estratégia de investimento. "Deixei de investir tanto em ações e passei a aplicar mais em obrigações, por terem menos risco. Também tenho Certificados de Aforro."

Confessa que, além da idade, o motivo para ter deixado o mercado de ações prende-se com a carga fiscal. "Considero que as taxas de imposto são demasiado penalizadoras para os investidores." Ainda assim, comprou um ETF do setor de Defesa, recomendado pela Proteste Investe.

"Gosto de consultar o site, nomeadamente 'A minha Carteira', uma ferramenta onde tenho reunido todos os meus investimentos. Tem a enorme vantagem de permitir acompanhar em tempo real a evolução das aplicações, e ver se vale a pena vender e quando." Para transacionar as ações que ainda tem, Carlos Neves faz uso do protocolo que temos com o Banco Carregosa.

Carteira diversificada 

Ao contrário de Carlos Neves, Margarida Simplício, também já reformada, mantém a mesma postura proativa de sempre. "Tenho muitos investimentos e gosto de diversificar. Tenho desde fundos de investimento a ações, PPR... Para ser conservadora, não vale a pena, a inflação corrói as poupanças!"

O saldo final é positivo, revela: "Os investimentos têm compensado." Subscritora desde 2013 e leitora ávida da Proteste Investe, assegura que é um apoio indispensável para quem quer saber como poupar e onde investir.

"Com esta instabilidade toda que se vive, é importante ler informação que nos dê alguma clarividência sobre o que se está a passar. Normalmente, quando recebo alguma proposta de produto dos bancos, seja do BiG ou do Best, a primeira coisa que faço é ir à DECO PROteste Investe ver qual é a informação e recomendação." 

Desejo? Reformar-se cedo! 

Adriana Macedo, de 55 anos, cresceu a ouvir o pai falar nas recomendações da DECO PROteste Investe, da qual foi subscritor durante longos anos. Quando começou a trabalhar aos 23 anos, na área comercial, Adriana apressou-se a subscrever um seguro PPR da Mapfre, com a intenção de se reformar aos 50 anos.

"Sempre ouvi falar na falência do sistema da Segurança Social, e o PPR era o produto que parecia mais adequado para assegurar uma reforma digna. Não estava nada preocupada com benefícios fiscais", conta.

Ao longo dos anos foi reforçando o PPR, mas o plano inicial caiu por terra. Não tinha amealhado o suficiente. Há cinco anos, pressionada pela seguradora, que argumentou que o PPR havia chegado ao fim, Adriana pensou no que iria fazer ao montante amealhado nos últimos 27 anos.

Recordando o pai, subscreveu a DECO PROteste Investe. "Ao ler a informação, percebi que havia também fundos PPR. Por isso, decidi transferir o seguro da Mapfre para o Alves Ribeiro PPR, do Banco Invest."

As duas filhas seguiram-lhe os passos e ambas têm este PPR. Muito satisfeita com o Banco Invest, Adriana pretende sair do Santander, onde tem conta à ordem e nenhum apoio. Gostaria de investir noutros produtos, mas é mais um exercício mental do que prático. "Tenho de sair desta inércia. No Santander nunca senti a existência do gestor de conta!" 

Também segue os nossos conselhos?

Texto de Myriam Gaspar e Filipa Rendo