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Economias em destaque: China, Reino Unido e Zona Euro

Publicado em:  18 fevereiro 2020
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A crise do coronavírus na China continua a preocupar os investidores. No mercado cambial, a crise levou à valorização das moedas de refúgio, como o dólar, o iene e o franco suíço.

Subida de preços na China

Em janeiro, a inflação chinesa saltou para 5,4% (contra 4,5% em dezembro). Os preços ao consumidor não subiam tão rapidamente desde outubro de 2011. Essa situação é explicada pela peste suína, que causa escassez de porcos no mercado chinês. O preço da carne de porco mais que duplicou nos últimos doze meses (+116%). Com a escassez e dado que a procura se transfere para outros produtos, são todos os preços dos alimentos que disparam (+20,6%). Esta situação é um desastre para as autoridades.

Os preços crescentes dos alimentos provocam protestos sociais, já em alta com o alastrar da epidemia do covid-19 (coronavírus). A inflação alta também afetará o consumo das famílias num momento em que a economia chinesa já está a enfrentar outros ventos contrários. E a capacidade de ação das autoridades monetárias é limitada. Agora, deparam-se com uma escolha impossível, entre apoiar a atividade económica, que está em desaceleração, ou tentar conter as pressões inflacionistas...
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