Os Estados Unidos estão a reforçar a sua liderança económica através de uma estratégia centrada no investimento tecnológico, na reindustrialização e na autonomia estratégica.
Para os investidores, os ETF que replicam os principais índices norte-americanos oferecem uma forma eficiente de captar este potencial de crescimento a médio e longo prazo.
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Porque investir em ETF dos EUA é a opção mais eficiente
O investidor que pretenda manter exposição aos setores de maior potencial terá de apostar em ETF dos EUA.
Os ETF dedicados ao índice S&P 500 permitem uma maior diversificação e oferecem uma menor volatilidade.
Por seu turno, os ETF que replicam o índice Nasdaq-100 têm registado valorizações superiores, mas estão ainda mais concentrados nas grandes tecnológicas (60% nas Magnificent 7), uma estratégia menos prudente.
Inflation Reduction Act e o regresso da produção aos EUA
Há uma mudança em curso na política económica dos EUA. O abandono da globalização começou com o primeiro mandato de Trump, mas prosseguiu durante a administração Biden. O Inflation Reduction Act marcou uma etapa decisiva. Este vasto plano procurou repatriar a produção industrial e atrair empresas estrangeiras através de um arsenal de incentivos financeiros: subsídios, vantagens fiscais e apoios direcionados.
Com Donald Trump de novo ao leme, a abordagem muda de tom, mas não de rumo. Se Biden incentivava, a retórica de Trump assente na ameaça, sobretudo com recurso a tarifas aduaneiras. Em ambos os casos, a ambição é criar um ecossistema industrial robusto capaz de preservar a liderança dos EUA em termos económicos, tecnológicos e militares. É uma estratégia para enfrentar a China, vista como uma ameaça à hegemonia americana.
Gigantes tecnológicos lideram uma nova vaga de investimento produtivo
A par de Washington, os gigantes empresariais apostam massivamente na inteligência artificial, mas igualmente na computação quântica e na exploração espacial. O impacto ultrapassa a esfera financeira e chega diretamente à economia real. Os números do primeiro trimestre de 2026 ilustram esta mudança. O consumo das famílias avançou apenas de forma modesta, 1,6%. Em contrapartida, as despesas em equipamentos dispararam mais de 17%.
EUA aproximam-se do modelo chinês
Um único trimestre não basta para estabelecer uma tendência, mas a tecnologia assume-se como o motor económico. Esta estrutura lembra o modelo chinês. Uma economia onde o crescimento assenta mais no investimento em setores promissores do que no consumo. Os EUA parecem, paradoxalmente, aproximar-se da China.
Riscos de curto prazo e ganhos estratégicos no longo prazo
Esta transição tem riscos no curto prazo. A concentração no investimento tecnológico retira, em parte, recursos ao resto da economia, onde as taxas de juro elevadas penalizam o mercado imobiliário e a confiança das famílias.
Mas num horizonte muito mais longo, ao combinar autossuficiência energética, ganhos de produtividade, dimensão e difusão mundial das suas inovações, os EUA podem consolidar a sua posição dominante.
Só a China poderá competir pelos frutos gerados pelos novos avanços tecnológicos. A Europa, o Japão e o resto do mundo dificilmente conseguirão acompanhar. Falta-lhes dimensão, capacidade financeira e de investimento para se manterem competitivos.
S&P 500 vs Nasdaq-100: diversificação ou crescimento acelerado
- Amundi S&P 500 Screened UCITS ETF Acc IE000KXCEXR3
- UBS S&P 500 Scored & Screened UCITS ETF USD acc IE00BHXMHL11
- State Street SPDR S&P 500 Leaders UCITS ETF Acc IE00BH4GPZ28
- iShares Core S&P500 UCITS ETF USD Acc IE00B5BMR087
- Xtrackers NASDAQ 100 UCITS ETF 1C IE00BMFKG444
- Invesco EQQQ NASDAQ-100 UCITS ETF Acc IE00BFZXGZ54
- iShares NASDAQ 100 UCITS ETF USD Acc IE00B53SZB19