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Apesar da inflação e dos juros elevados, a Noruega mantém a resiliência.
As economias britânica e japonesa estão em recessão. Quedas no consumo e investimento são algumas das razões para este cenário.
As pressões inflacionistas têm vindo a diminuir nos Estados Unidos. A taxa de inflação superou as expetativas em janeiro.
As elevadas taxas de juro penalizam as famílias endividadas e a economia interna da Austrália, apesar de ser um país rico em matérias-primas.
Apesar da desaceleração do consumo privado e do investimento, Portugal cresceu 2,3% em 2023.
As medidas tomadas por Pequim permitiram uma ligeira recuperação das bolsas, mas a liquidação do Evergrande voltou a assustar os investidores.
Apesar do crescimento do PIB no final de 2023, a economia da Coreia do Sul registou o crescimento mais fraco dos últimos anos.
Os mais recentes indicadores nipónicos mostram uma aceleração da atividade, o que traz uma maior dinâmica à economia.
O pleno emprego e melhores salários levou o consumo a continuar a aumentar nos EUA. Este e outros fatores levaram a um crescimento da economia.
Embora não se saiba quando, a Indonésia fará cortes das taxas de juro em 2024, o que vai depender da evolução da conjuntura global e de fatores internos.
Os números da economia norte-americana apontam para uma boa situação económica, onde as famílias mantêm ainda a capacidade para aumentar o consumo.
O aumento da inflação nos EUA era esperado devido a efeitos de base menos favoráveis no nível dos preços dos produtos energéticos.
Alguns países europeus estão em pleno emprego. Noutros, em contrapartida, o desemprego continua a ser um fenómeno de massas.
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