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Inflação recua nos EUA e abre a porta ao corte de juros da Fed. Países da zona euro crescem a ritmos bastante diferentes, enquanto a economia do Reino Unido revela melhorias.
Agosto está a ser pautado por uma forte turbulência dos mercados e o saldo do mês está a ser claramente negativo. Veja os nossos conselhos.
Juros baixam no Reino Unido, mas mantêm-se na Austrália. PIB da Indonésia continua a crescer a bom ritmo.
Economia avança nos EUA, mas estagna na zona euro. Na China, o banco central carrega no acelerador.
Nos EUA, Biden desiste, mas a economia segue no bom caminho. Canadá deverá cortar os juros, mas na África do Sul e na Indonésia as taxas diretoras permanecem inalteradas.
O bom momento dos mercados permitiu valorizações nos fundos e ETF, alguns atingiram ganhos significativos. Saiba quais os que mais sobem em 2024.
Este novo produto é um fundo aberto de obrigações com distribuição semestral de rendimento indexado à Euribor. Conheça o nosso conselho.
A chegada ao poder de partidos radicais poderá resultar numa reversão das reformas realizadas por Macron e um aumento, ainda maior, do défice público.
Nos próximos meses, com a queda da inflação e o provável corte das taxas de juro pela Fed, a economia americana tenderá a acelerar.
O Banco Central do Canadá desceu a taxa de juro diretora em 0,25%, uma medida que deverá revitalizar a economia deste país.
Os investidores não apreciaram o resultado das eleições mexicanas e estão receosos. Investir no México é um risco ou uma oportunidade?
A maioria dos ETF e fundos de ações continua a beneficiar do bom momento das bolsas. A inteligência artificial traz novas esperanças.
A economia chinesa mantém-se em expansão, mas a um ritmo mais moderado, no entanto, espera-se que a situação melhore.
A desaceleração económica nos EUA no início do ano resultou de um menor acréscimo do consumo, mas deverá ter sido temporária.
A recente evolução dos preços na Zona Euro, torna a política monetária mais incerta na segunda metade do ano.
A Coreia do Sul anuncia pacote de 19 mil milhões de dólares para o setor dos semicondutores. Uma estratégia para apoiar as empresas coreanas.
A economia australiana tem continuado a crescer e não se tem deixado afetar com a conjuntura de juros altos.
A taxa de juro da dívida pública japonesa a 10 anos atingiu 1%, mas não trará o interesse dos investidores.
A inflação, a queda do investimento e do poder de compra das famílias japonesas, que reduziram o consumo, leva ao enfraquecimento do PIB nipónico.
Embora o combate à inflação ainda não tenha terminado, se a redução dos juros avançar será mais um suporte para os mercados financeiros norte-americanos.
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