Aproveitando o enfraquecimento cambial do franco suíço, a carteira defensiva passa a incluir ações helvéticas com um peso de 5%.
O recuo do franco é uma boa notícia, tanto para a economia helvética, frequentemente penalizada pelo elevado valor da moeda, como para os investidores estrangeiros que, nestes tempos mais turbulentos, podem encontrar ativos de qualidade a preços mais atrativos.
Além disso, a bolsa de Zurique tem um cariz mais defensivo e com poucas empresas ligadas às novas tecnologias. Essa característica fez com que o desempenho desta bolsa tenha ficado abaixo da média global. Nos últimos três anos, a rentabilidade média anual foi de 9,5% contra 15,5%.
No entanto, o cenário está a mudar. Perante as valorizações excessivas de algumas ações mais populares ligadas à IA, assiste-se a uma rotação dos investimentos e à procura de empresas financeiramente mais sólidas e capazes de resistir melhor em caso de turbulência significativa nos mercados. Consulte a análise completa à Suíça.
Para permitir a entrada dos ETF de ações suíças reduzimos a exposição às obrigações do Tesouro norte-americano de 25% para 20%. Embora o dólar e os Treasuries continuem incontornáveis para o mercado financeiro global, este ajuste permite-nos uma exposição menos acentuada ao dólar dado o cariz mais defensivo deste portefólio.