ETF vs fundos ativos: o que dizem os dados de mercado
O mais recente relatório da S&P Dow Jones Indices mostra que, em 2025, a gestão passiva foi a clara vencedora. Este estudo compara a rentabilidade dos fundos ativos europeus com a dos respetivos índices de referência.
Na Europa, em 2025, 71% dos fundos ativos de ações globais ficaram atrás do índice S&P World e, no caso das ações europeias, 82% não superaram o S&P Europe 350.
Visto pelo lado mais positivo, também se pode afirmar que quase três em cada dez fundos de gestão ativa da categoria das ações globais e cerca de dois em cada dez dos fundos de ações europeias conseguiram superar os respetivos índices.
A conclusão de 2025 não é nova, mas continua a ser muito útil: “bater” o mercado é possível, embora seja pouco frequente face às promessas mais comerciais das entidades gestoras. Por outras palavras, a gestão ativa de excelência existe, mas é pouco comum e é preciso conseguir identificá-la antes de investir.
Vale a pena pagar mais pela gestão ativa?
A escolha entre gestão ativa e passiva não deve ser encarada como tudo ou nada. Para o núcleo da carteira de investimentos, sobretudo em ações e com horizonte de longo prazo, os ETF continuam a ser a melhor solução: simples, barata, diversificada e difícil de superar.
Porém, não deve abdicar totalmente da gestão ativa se conseguir selecionar os melhores fundos. Em suma, não se trata de escolher entre dois campos, mas de pagar apenas por aquilo que realmente acrescenta valor.
Como identificar fundos ativos que realmente acrescentam valor
É aqui que entra o indicador de avaliação da DECO PROteste Investe. O scoring considera a rentabilidade no último ano, mas vai além… incorpora custos, regularidade, risco e comportamento face ao índice.
Assim, o indicador captura a qualidade e consistência da gestão ao longo do tempo. Esse filtro ajuda a identificar os fundos ativos que justificam o custo adicional mais para tentar superar o mercado.
No comparador de fundos encontra cerca de 190 produtos com classificação de “Excelente”.
Estratégia híbrida: ETF como base, gestão ativa como complemento
O investidor deve combinar pragmatismo e exigência: indexação de baixo custo como base da carteira e gestão ativa quando se justificar.
Essa combinação é precisamente o principal atrativo do fundo DECO PROteste Carteira Global.
O núcleo da carteira é composto por ETF generalistas (das principais bolsas), mas são complementados com ETF dedicados a bolsas emergentes e a setores que apresentem melhores perspetivas, uma avaliação realizada e ajustada regularmente consoante as condições dos mercados.
A alocação segue, deste modo, uma gestão ativa, mas assente em ETF.
DECO PROteste Carteira Global: um exemplo de abordagem eficiente
O fundo DECO PROteste Carteira Global resulta de uma parceria com a Invest Gestão de Activos e pode ser subscrito no Banco Invest.
O montante mínimo de subscrição é de 1000 euros e não existem comissões de subscrição nem resgate.
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