Com as baixas taxas de juro oferecidas pelos bancos e, mais recentemente, com a subida da Euribor e a consequente subida da taxa base dos Certificados de Aforro, os portugueses voltaram a aplicar as suas poupanças neste tradicional produto de aforro.
Há quase dois anos que os montantes não param de crescer. A exceção foi o mês de maio deste ano, em que houve uma ligeira diminuição, mas imediatamente retomaram o caminho das subidas. Nem mesmo no mês de julho, em que foi lançada a Série 5 dos Certificados do Tesouro, se sentiu qualquer abalo.
Claramente, os portugueses estão novamente a apostar nos Certificados de Aforro, cujo montante total, no final de julho, era já de 43 851 milhões de euros. Há, assim, a assinalar um crescimento de 15% em 12 meses e de 29% em dois anos.
Se é titular de Certificados de Aforro das séries antigas, não se esqueça de que está a decorrer o processo de conversão dos títulos físicos das séries A, B e D em títulos escriturais. Essas séries são as únicas que ainda se encontram materializadas, ou seja, em suporte de papel, e deverão passar a ter uma natureza escritural. O procedimento de conversão começou a 5 de janeiro deste ano e decorre até ao dia 29 de novembro de 2029.
É da responsabilidade dos titulares dos Certificados solicitar a sua conversão, após a qual os títulos físicos serão inutilizados.
Para mais informações, consulte a página da internet do IGCP, ligue para a Linha CTT 210 471 616 (dias úteis, das 8h30 às 19h30, custo de chamada para a rede fixa) ou a uma Loja do Cidadão (habilitada para o efeito).