Negócio à hora
Segundo alguns estudos, o mercado mundial de relógios valia quase 67 mil milhões de euros em 2021 e pode crescer a 5% ao ano até 2027. Entre os líderes está a Suíça.Em 2021 vendeu mais de 22,5 mil milhões de euros em relógios. Hoje parece óbvio, mas, nos anos 70, a Suíça tinha perdido o comboio da revolução do relógio de quartzo e o setor entrou em crise.
Agora é novamente líder de mercado, mas o relógio, tal como o conhecemos, deixou de ser um bem essencial. De facto, podemos ver as horas no smartphone ou nos, cada vez mais presentes, smartwatches.
A razão de ser do relógio passou a assentar no prazer estético que o torna um bem de moda e, por vezes, de luxo, embora relativamente acessível. Por isso, pode seguir a via da coleção de relógios por prazer ou, no caso do segmento de luxo, uma reserva de valor.
Um caminho apenas percorrível se dispuser de “amor” aos relógios e possuir conhecimentos específicos. Caso contrário, pode investir no setor relojoeiro em bolsa.
Em bolsa
Alguns dos principais relojoeiros (Rolex, Breitling, Philip Watch, Sector) não estão cotados. Outros fazem parte de grandes empresas do luxo (LVMH: Bulgari, Hublot, TAG Heuer e Zenith; Richemont: Baume & Mercier, Jaeger LeCoultre, Cartier) e os seus resultados perdem-se nas contas dos grupos.Negócio à hora
Segundo alguns estudos, o mercado mundial de relógios valia quase 67 mil milhões de euros em 2021 e pode crescer a 5% ao ano até 2027. Entre os líderes está a Suíça.
Em 2021 vendeu mais de 22,5 mil milhões de euros em relógios. Hoje parece óbvio, mas, nos anos 70, a Suíça tinha perdido o comboio da revolução do relógio de quartzo e o setor entrou em crise.
Agora é novamente líder de mercado, mas o relógio, tal como o conhecemos, deixou de ser um bem essencial. De facto, podemos ver as horas no smartphone ou nos, cada vez mais presentes, smartwatches.
A razão de ser do relógio passou a assentar no prazer estético que o torna um bem de moda e, por vezes, de luxo, embora relativamente acessível. Por isso, pode seguir a via da coleção de relógios por prazer ou, no caso do segmento de luxo, uma reserva de valor.
Um caminho apenas percorrível se dispuser de “amor” aos relógios e possuir conhecimentos específicos. Caso contrário, pode investir no setor relojoeiro em bolsa.
Em bolsa
Alguns dos principais relojoeiros (Rolex, Breitling, Philip Watch, Sector) não estão cotados. Outros fazem parte de grandes empresas do luxo (LVMH: Bulgari, Hublot, TAG Heuer e Zenith; Richemont: Baume & Mercier, Jaeger LeCoultre, Cartier) e os seus resultados perdem-se nas contas dos grupos.
As empresas que lidam quase exclusivamente com relógios são apenas a Fossil e a Swatch, sendo que outras estão a meio caminho entre a tecnologia e os relógios ou viradas para o setor de luxo.
As ações com os rácios de avaliação atrativos, boa qualidade de resultados e uma exposição importante ao negócio dos relógios são a Casio, Seiko e Swatch. A Casio e a Seiko têm lucros há 10 anos, nos quais sempre pagaram dividendos.
A Seiko está cotada apenas em Tóquio, mais difícil de negociar. A Casio, além da bolsa nipónica também pode ser negociada em Frankfurt, mas, como este não é o seu mercado principal, aqui a liquidez é menor, o que torna complexo para o investidor aceder a operações especiais de capital realizadas pela empresa.
Conselho
Gama média: Tissot, Balmain, Certina, Mido, Hamilton e Calvin Klein.
Gama base: Swatch e Flik Flak.