As receitas cresceram 83,4% face ao mesmo trimestre de 2020 (e mais do que duplicaram face ao primeiro semestre deste ano).
A margem EBITDA aumentou 3,1 pontos percentuais para 45,4% (48%, excluindo custos não recorrentes).
Como esperado, a atividade da Greenvolt acelerou no 3.º trimestre de 2021. As receitas cresceram 83,4% face ao mesmo trimestre de 2020 (e mais do que duplicaram face ao primeiro semestre deste ano).
A margem EBITDA aumentou 3,1 pontos percentuais para 45,4% (48%, excluindo custos não recorrentes).
Esta evolução está relacionada com a inclusão nas contas da central de biomassa de Tillbury, que por si só representou pouco menos de metade das receitas do segmento.
O desenvolvimento de projetos teve um contributo negativo para o EBITDA, e o da Geração descentralizada foi negligenciável, pois foi contabilizado apenas um mês de atividade.
Nada de inesperado, dado o estágio da atividade, e esperamos que o Desenvolvimento de projetos de energia solar fotovoltaica e eólica seja o grande motor de crescimento nos próximos exercícios, enquanto a Geração Descentralizada deve crescer rapidamente, embora com uma base de partida muito baixa.
Dado o anúncio de que o ritmo de desenvolvimento dos projetos eólicos e solares estava a ser mais rápido que o esperado, esperávamos que pudessem ocorrer vendas de ativos já em 2021, ainda que de dimensão modesta. A empresa comunicou contudo que não seria o caso.
O nosso conselho
Principalmente por este último motivo, a nossa estimativa para o lucro por ação no exercício de 2021 é revista em baixa ligeira, de 0,15 para 0,14 euros por ação.
Para 2022, mantemos a estimativa de 0,28 euros. Mantenha.
Cotação à data da análise: 6,27 euros