A taxa de poupança das famílias na área do euro desceu de 14,4%, no primeiro trimestre de 2026, para 14,2%, no segundo trimestre.
A principal razão foi o consumo das famílias ter crescido mais rapidamente (+1,3%) do que o rendimento disponível bruto (+1,1%). Ou seja, embora os rendimentos das famílias tenham aumentado, estas gastaram uma parcela maior desse rendimento, reduzindo a proporção que conseguiram poupar.
Em Portugal, no segundo trimestre, o rendimento disponível bruto das famílias aumentou 1,4% face ao trimestre anterior, como resultado do crescimento de 1,6% das remunerações. Este aumento, conjugado com a subida de 1,7% da despesa de consumo final (1,3% no trimestre precedente), determinou uma taxa de poupança das famílias de 12,1% (12,3% no primeiro trimestre).
Taxa de poupança das famílias
