Lição 4 : Quais são os riscos e como reduzi-los?
Para gerir o risco, é fundamental não concentrar todo o capital num único ativo.
Para gerir o risco, é fundamental não concentrar todo o capital num único ativo.
Se investir fosse sempre mais rentável do que poupar, sem qualquer desvantagem, todos aplicariam todo o seu dinheiro. Quanto maior for o ganho que se espera obter, maior é a necessidade de aceitar a possibilidade de perder… por vezes, pelo menos temporariamente.
Além disso, poupar também envolve risco, mesmo que menos visível. Quando a inflação supera os juros recebidos numa conta a prazo, perde poder de compra. Ou seja, amanhã esse dinheiro vale menos do que hoje.
É o risco mais visível. Certos investimentos, como as ações, podem ter oscilações acentuadas de preço, tanto para cima como para baixo. Para quem está a começar, estas variações podem impressionar. Contudo, mantendo a calma, essas flutuações não penalizam a longo prazo.
Trata-se de um risco mais grave: alguns investimentos podem perder tanto valor que nunca chegam a recuperar. Uma empresa pode falir, ou um setor inteiro entrar em declínio. Consequência: não é possível recuperar todo o montante investido. Por isso, é fundamental não concentrar todo o capital num único ativo.
Sim. Dois princípios simples, mas eficazes, ajudam a minimizar os riscos sem abdicar de boas rentabilidades: