Top-down

A abordagem top-down clássica consiste na identificação, a partir da análise macroeconómica de um país ou região (tendo em conta, nomeadamente, o crescimento, a inflação e a evolução das taxas cambiais), das empresas com maior potencial de crescimento. Contudo, dada a crescente globalização da economia e a evolução cada vez mais semelhante das economias de diferentes regiões, esta metodologia está a cair gradualmente em desuso.

Hoje o investidor prefere cada vez mais uma abordagem top-down moderna, que identifica as ações mais promissoras a partir dos vários setores interessantes.

Pelo contrário, a análise bottom-up consiste em selecionar primeiro as empresas, com base nas suas próprias qualidades, independentemente do setor ou do país. A evolução económica ou a dinâmica do setor no qual a empresa se encontra ativa intervêm apenas posteriormente, com o objetivo de garantir que a empresa não evolui no sentido inverso a uma tendência geral.