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O seu PPR está a crescer tudo o que podia?
Bolo a crescer em forma.

 

PERGUNTAS FREQUENTES

QUERO SUBSCREVER UM PPR

QUANDO E COMO SUBSCREVER UM PPR?

Quanto mais cedo iniciar o seu plano de poupança para a reforma, melhor. Mais irá acumular e maior será o efeito de capitalização do rendimento. Além disso, se começar cedo, ainda longe da idade da reforma, poderá apostar em produtos de maior risco, logo, com maior potencial de rendimento. O início da carreira profissional é uma boa altura para investir num PPR. Não sendo possível, o ideal é não adiar para depois dos 30 anos.

Não subscreva o primeiro PPR que lhe for proposto. Existem dezenas de PPR disponíveis para subscrição no mercado, uns sob a forma de seguro (geralmente, de capital garantido) e outros sob a forma de fundo (sem garantia de capital). O nível de risco é, portanto, diferente, pelo que deverá escolher um PPR adequado ao seu perfil e ao risco que está disposto a correr. Se ainda estiver muito longe de se reformar, poderá optar por um PPR sob a forma de fundo, que investe em ações, como forma de potenciar o rendimento. Se já estiver a menos de dez anos da reforma, escolha um PPR sob a forma de seguro para garantir que não perde as suas poupanças na reta final da vida ativa. Ao analisar o produto, deve olhar para a rentabilidade passada e para as comissões cobradas. Antes de escolher o PPR, compare vários produtos e faça simulações.

O processo de subscrição é simples: basta dirigir-se à entidade que comercializa o produto (banco, seguradora, mediadores) e efetuar a entrega mínima exigida. Pode efetuar entregas programadas com várias periodicidades (mensal, trimestral, semestral ou anual), ou então, dependendo das modalidades permitidas pelo PPR em questão, quando entender.

QUAIS AS VANTAGENS DOS PPR?

Os PPR têm características que os tornam mais atrativos face a outros produtos. Além dos benefícios fiscais – deduções anuais até 400 euros no IRS e uma taxa de imposto mais baixa no momento de resgate (8%) -, permitem entregas regulares e de pequeno montante. O investidor pode transferir o seu PPR para outro mais vantajoso com alguma facilidade.

Apesar de este ser um produto com pouca liquidez, pode ser resgatado em situações de grande necessidade, como desemprego de longa duração, doença grave, incapacidade para o trabalho e até para pagar a prestação da casa. Além disso, o PPR é uma forma diversificada de investir, uma vez que funciona como uma carteira com vários títulos.

QUANDO POSSO RESGATAR O PPR?

A partir dos 60 anos, na reforma por velhice, em caso de desemprego de longa duração, incapacidade permanente para o trabalho ou doença grave do participante ou de qualquer membro do agregado familiar e para pagar prestações de contratos de crédito garantidos por hipoteca sobre imóvel destinado a habitação própria e permanente do participante. Fora destas condições também é possível resgatar o PPR, mas não recomendamos, pois terá de devolver os benefícios fiscais usufruídos, acrescidos de 10% por cada ano decorrido.

QUAL A DIFERENÇA ENTRE PPR COM CAPITAL GARANTIDO E SEM CAPITAL GARANTIDO?

Os PPR com capital garantido - geralmente sob a forma de seguro - apresentam menor risco: não investem em ações e são adequados para quem está mais próximo da idade da reforma. Em regra, oferecem uma rentabilidade mínima garantida, que acompanha as taxas de juro do mercado.

Os PPR sem capital garantido - por norma sob a forma de fundo - aplicam uma parte da carteira em ações e são mais indicados para quem está longe da idade da reforma. Atenção que há PPR sob a forma de seguro sem garantia de capital e PPR sob a forma de fundo que garantem o capital. Em caso de dúvida, informe-se connosco.

COMO SÃO ELEITOS OS PPR RECOMENDADOS PELA DECO PROTESTE?

Todos os anos comparamos a totalidade dos PPR que existem no mercado – tanto os de capital garantido (seguros PPR), como os que não garantem o capital (fundos PPR) - de acordo com vários critérios. O rendimento é o mais importante fator de escolha, mas não é o único. Há que considerar também a estrutura de custos e a segurança da instituição gestora do produto. Por exemplo, uma seguradora com um rácio de solvabilidade (capacidade para pagar os seus compromissos) muito baixo dificilmente seria recomendada por nós. Os seguros PPR, aconselhados a quem está próximo da idade da reforma, devem implicar o mínimo de risco possível. Pouco provável também é recomendarmos um fundo PPR com muito pouco investimento em ações. Não é a estratégia mais adequada para quem ainda esteja muito longe de se reformar. A composição (ativos onde o produto investe) e a política de investimento de cada PPR são critérios também por nós considerados.

UM DOS PRODUTOS RECOMENDADOS, O ALVES RIBEIRO PPR, TEVE UMA RENTABILIDADE NEGATIVA EM 2018. MANTÉM-SE UMA BOA ESCOLHA?

Sim. A nossa avaliação não se limita ao desempenho dos PPR no último ano. É mais importante tirar ilações de prazos mais alargados. Ainda que o nosso simulador se baseie no histórico dos últimos três anos, a análise e a seleção das Escolhas Acertadas têm em conta a rentabilidade dos últimos cinco anos, bem como os custos associados ao produto. Não esquecer que a criação de um complemento para a reforma é uma poupança de longo prazo. Ao optar por um produto com risco, como o Alves Ribeiro PPR, poderão ocorrer perdas em alguns anos: tudo depende dos mercados bolsistas. Contudo, no longo prazo, os ganhos deverão superar as perdas, pois o potencial de rendimento dos PPR sob a forma de fundo é superior ao dos PPR de capital garantido.

COMO É DETERMINADO O MONTANTE PREVISTO NA CALCULADORA?

Com base nos três dados solicitados (montante que tenciona entregar mensalmente, idade atual e o tipo de PPR que pretende), é possível fazer uma simulação do montante que poderá acumular quando chegar à idade de reforma. Mas, sublinhe-se, trata-se de uma simulação. As contas têm por base vários pressupostos (que podem ou não manter-se): idade da reforma aos 67 anos e rentabilidade futura do PPR pretendido igual à rentabilidade passada. Não tome o cálculo resultante como garantido. Contudo, apesar de ser apenas uma simulação, serve de indicador da estratégia de investimento a seguir. Quer saber como escolher o melhor PPR para si. Veja a mais recente análise que publicámos na PROTESTE INVESTE.


QUERO TRANSFERIR O MEU PPR

QUANDO DEVO TRANSFERIR O MEU PPR?

Pode fazê-lo em qualquer altura. Não perca tempo se não estiver satisfeito com os ganhos obtidos com o seu atual PPR, pois pequenas diferenças de rendimento ano após ano traduzem-se em milhares de euros perdidos a longo prazo. Apenas se já estiver muito próximo do momento de resgatar o PPR e este for sob a forma de seguro, pode não ser vantajoso mudar de produto. Os custos de transferência poderão não compensar.

Veja como transferir o seu PPR para um produto mais rentável, de forma fácil e sem complicações, no passo a passo que publicámos na PROTESTE INVESTE.

TENHO DE PAGAR PARA TRANSFERIR O MEU PPR?

No máximo, pode ter de pagar 0,5% do montante a transferir à entidade que detém atualmente o seu PPR. No entanto, este custo só se aplica se o produto for de capital garantido. No caso dos produtos sem garantia de capital, não pode ser cobrada qualquer comissão pela transferência.

COMO POSSO TRANSFERIR O MEU PPR?

Deve preencher a carta de transferência e entregá-la à entidade que comercializa o PPR que pretende subscrever. Este formulário deve ser acompanhado da documentação necessária à abertura de conta (no caso de não ser cliente dessa instituição) e subscrição do novo PPR. Através do nosso simulador, será encaminhado para as páginas das entidades que gerem os produtos aconselhados pela Proteste Investe, onde poderá encontrar as respetivas cartas de transferência, de modo a facilitar o processo. Por lei, o processo de transferência não deverá ultrapassar os 10 dias úteis.

PERCO BENEFÍCIOS FISCAIS SE TRANSFERIR O MEU PPR?

Não. O processo de transferência não é o equivalente a um resgate do PPR. Apenas transfere o montante aplicado de um PPR para outro. Inclusivamente, no processo de transferência são mantidos os registos de todas as entregas já efetuadas e respetivas datas.

QUANDO SE TRANSFERE UM PPR, O DINHEIRO FICA IMOBILIZADO?

Não. Após a transferência, aplicam-se as condições legais e os prazos previstos para o resgate de qualquer PPR.

POSSO PERDER CAPITAL SE TRANSFERIR O MEU PPR?

No processo de transferência não perde o capital acumulado. Contudo, se transferir o seu PPR para um produto sem capital garantido, posteriormente poderá ficar sujeito a flutuações de valor de mercado (cotação).

FIZ UMA SIMULAÇÃO, MAS NÃO ME É APRESENTADO O GANHO. O QUE SIGNIFICA ISTO?

Significa que o PPR que detém atualmente apresenta uma rentabilidade superior às nossas escolhas acertadas, pelo que não há qualquer ganho na transferência. No entanto, esse produto pode não ser o mais adequado ao seu perfil. A nosso ver, deve escolher um produto de capital garantido se estiver a menos de 10 anos da reforma (57 anos de idade ou mais) e optar por um produto sem capital garantido se tiver menos de 57 anos. Mas, naturalmente, cabe-lhe a si decidir o grau de risco que está disposto a correr.

TENHO UM PPR SOB A FORMA DE SEGURO. TENHO DE O TRANSFERIR PARA OUTRO DA MESMA CATEGORIA?

Não. Pode transferir o seu produto, seja ele de capital garantido ou de risco, para um PPR sob a forma de seguro ou de fundo. Contudo, nem todos os PPR estão obrigados a aceitar transferências. As nossas duas escolhas acertadas aceitam.

POSSO TRANSFERIR APENAS PARTE DO MEU PPR?

Sim. Ao preencher a carta de transferência, deverá especificar o montante que pretende transferir.

O MEU PPR NÃO ESTÁ NA LISTA DE SELEÇÃO PARA PODER SIMULAR. PORQUÊ?

Verifique se está a pesquisar pelo nome completo, de acordo com a ordem correta das palavras. A nossa listagem incorpora a base de PPR sob a forma de seguro fornecida pela autoridade de supervisão de seguros e fundos de pensões (ASF), que não contempla todos os produtos disponíveis no mercado, nomeadamente os seguros PPR divididos em unidades de participação (unit linked). Outra razão pode ser o facto de o seu PPR estar em comercialização há menos de três anos, não apresentando ainda histórico suficiente de rentabilidade para o compararmos com outros produtos disponíveis no mercado.

Se não encontrar o seu PPR, selecione a opção "o meu PPR não está na lista", que lhe permite enviar-nos o nome do seu produto. Iremos pesquisá-lo e, caso seja possível, adicioná-lo à nossa base. Posteriormente, será informado deste processo, para que possa efetuar a sua simulação.

COMO É CALCULADO O GANHO APRESENTADO NA SIMULAÇÃO?

O ganho corresponde à diferença entre o rendimento dos últimos três anos dos produtos que recomendamos e o rendimento registado nesse mesmo período com o produto que detém atualmente. Essa diferença é indicadora do que poderia ganhar a mais se tivesse optado por uma das nossas recomendações. Contudo, o nosso simulador baseia-se em rentabilidades do passado e estas não são garantia de rentabilidades futuras. Mas são um indicador da qualidade de gestão dos produtos.

AO SIMULAR SOU OBRIGADO A TRANSFERIR?

Não. Essa é uma decisão que lhe cabe a si. O nosso simulador pretende apenas ajudá-lo a comparar a rentabilidade do seu PPR com as melhores opções do mercado. Dito isto: não deixe o seu dinheiro adormecido num produto de baixo rendimento. Pequenas diferenças de rendimento podem resultar em milhares de euros perdidos a longo prazo.