Comunicados de imprensa

Bolsas atingem novos máximos 11/10/2006

RENDIMENTO GARANTIDO

Depósitos batem Certificados no curto prazo
- Em Outubro, a taxa base líquida arredondada dos Certificados manteve-se em 2,1%. Em caso de renovação, esta varia entre 2,1 e 3,7%, consoante o prémio de permanência já acumulado. Recordamos ainda que a taxa base dos Certificados de Aforro é calculada com base nas últimas 20 observações da Euribor a três e doze meses do mês anterior.
- Com o corte na taxa base dos Certificados, ocorrido no mês de Agosto, e a subida das taxas dos depósitos, actualmente torna-se mais interessante aplicar a poupança até 2 ou 3 anos em depósitos a prazo, nomeadamente em contas online. É o caso do BCAGlob@l, que proporciona 3,2% líquido a um ano. Assim, depois de um longo período em que os depósitos estiveram adormecidos, actualmente, estão mais apelativos. Contudo, os Certificados de Aforro mantêm o interesse para aplicar sem risco a médio prazo (quatro a cinco anos), devido à acumulação do prémio de permanência máximo. Por exemplo, se aplicar em Certificados de Aforro durante cinco anos, supondo novamente que a taxa base deste mês se mantém, consegue um rendimento anual de 3,1%, próximo dos melhores depósito a um ano, mas ainda assim inferior.

Novos produtos em comercialização
A subida das taxas de mercado continua a fomentar a multiplicação de novos produtos com taxa crescente. É o caso das obrigações de caixa BPI Rendimento Fixo e Variável (Banco BPI), do Aforro Crescente 6% Outubro e Top 9 (Millennium bcp), actualmente em subscrição.

As melhores taxas para um depósito de 5000 euros a 1 ano

Banco e depósito

Montante mín.

TANB (%)

TANL (%)

BCA (BCAGlob@l)

500

4,0

3,2

Banco BIG (depósito à taxa Euribor)

500

3,7

3,0

CaixaGalicia (depósito à taxa Euribor)

2500

3,7

3,0

Banco Best

1000

3,5

2,8

Média das taxas de um depósito de 5000 euros a um ano:

1,6

Fonte: Poupança Quinze. Taxas à data de 4 de Outubro de 2006.

BOLSAS ATINGEM NOVOS MÁXIMOS
- As principais Bolsas já atingiram ou aproximam-se de máximos históricos, incluindo o conhecido Dow Jones que alcançou o valor mais elevado de sempre, superando a fasquia registada durante a euforia com as novas tecnologias.
A explicação para o bom momento das Bolsas reside na queda do preço do petróleo e de outras matérias-primas, mas também no ressurgimento dos movimentos de consolidação. A concentração entre empresas europeias, que durante muito tempo havia sido impedida pelos governos nacionais, está a ganhar uma maior amplitude.

Conselhos de Acções
- Em Portugal, há novos desenvolvimentos na OPA sobre a Portugal Telecom, mas outros processos ainda decorrem sem novidades, como a OPA do BCP sobre o BPI. Além disso, os rumores de concentração no mercado de energia ibérico impulsionaram fortemente a cotação da EDP. Pode manter BCP, BPI, EDP e Portugal Telecom.

Conselhos sobre Planos Poupança-Reforma
- Este ano regressaram os benefícios fiscais dos PPR, mas sem a vertente educação. A dedução fiscal é inferior à que existia em 2004 e a tributação do rendimento destes planos aumentou! Mas, apesar do emagrecimento dos benefícios fiscais, continuamos a recomendar esta aplicação. Publicamos no passado dia 3, na Poupança Quinze, um estudo em que analisámos mais de 60 produtos PPR. Quais os melhores produtos e quanto deve investir neles é o que esclarecemos nesse estudo.

Setembro em números

Bolsa (índice)

Variação em 2006 (%)

Avaliação da Bolsa

Euronext Lisboa (PSI-20)

19,6

Correcta

Zona Euro (Euro Stoxx 50)

9,0

Correcta/Cara

Londres (FTSE 100)

6,1

Barata

Estados Unidos (S&P 500)

7,0

Correcta

Japão (Nikkei 225)

0,1

Cara

Fonte: Poupança Acções. Valores em 29 de Setembro de 2006.