Regras de ouro para investir

A longo prazo prefira ações às aplicações de baixo risco19/07/2009

A longo prazo, a economia mundial cresce mais do que o endividamento. Teoricamente, quem compra ações está a investir na economia. Quem compra obrigações, investe na dívida das empresas ou dos Estados.

O rendimento das ações pode ser convertido em dividendos ou incorporado no capital da empresa, aumentando o valor da ação. O rendimento das obrigações são os juros pagos: é o crescimento da economia que permite o pagamento.

O rendimento das ações – a longo prazo e à escala mundial – é, geralmente, mais elevado do que o das obrigações. Vários estudos a nível mundial demonstram que, em média, as ações têm um rendimento que supera, a longo prazo, as obrigações em 3 a 4% ao ano, e ainda mais a remuneração dos depósitos.

No curto prazo, o risco é muito elevado. Só deve investir em ações durante prazos superiores a cinco anos.

Exceções:

  • Quando o crescimento da economia é muito reduzido ou negativo, é preferível investir, temporariamente, em obrigações, fundos de obrigações ou depósitos a prazo;
  • A nível mundial, há pólos de crescimento mais fortes do que outros. Por exemplo, pode aplicar uma parte da carteira de investimentos na Europa de Leste, América Latina e Sudeste Asiático. Mas não aposte tudo na mesma região, porque o risco é elevado.


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