Primeiras impressões

Televisores Philips com Android: não gaste já o dinheiro

Espaço de armazenamento limitado

Os Philips Android TV que analisámos recorrem ao Android 4.2.2 Jelly Bean, mas têm um aspeto muito diferente daquilo a que está habituado nos dispositivos móveis. Vêm com um comando com teclado integral na traseira, sensível aos movimentos, um pouco como o da consola Nintendo Wii. Face a outros modelos da Philips que usam este tipo de comando, é notório um aumento da fluidez e da precisão, mas a utilização é inferior à oferecida pelos aparelhos da LG e Samsung. A diagonal de 49 polegadas custa a partir de 1100 euros.

No topo do menu smart TV, surgem os separadores principais, que incluem as opções now on TV (recomendação de programas a decorrer ou que se iniciem em 15 minutos), apps (aplicações instaladas no televisor e acesso à oferta disponível para instalação), video on demand (serviços de aluguer de vídeos por streaming), channels (canais instalados) e sources (seleção da fonte de vídeo entre HDMI, USB e network).

Estes televisores dão acesso a duas lojas de apps: a do fabricante, como qualquer smart TV, e a Google PlayStore. Para usar a última, é preciso fazer o registo com um endereço de Gmail.

O armazenamento disponibilizado para apps é limitado. Como algumas vêm de origem, o espaço livre para utilização é de apenas 850 MB. Para expandir esta capacidade, pode usar uma memória USB (pendisk ou disco rígido). Ao ligar um disco rígido ao televisor, aquele tem de ser formatado. Nessa altura, pode escolher a capacidade que pretende alocar a gravações e à instalação de apps.

Os modelos da Philips analisados trazem um comando com teclado integral na traseira.
Os modelos da Philips analisados trazem um comando com teclado integral na traseira.