Primeiras impressões

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Os smartphones preparam-se para juntar a possibilidade de realizar pagamentos às inúmeras funcionalidades que já detêm. Nos pagamentos por telemóvel, a aposta é alta e há muitos interessados em jogo (bancos, fabricantes de telemóveis e operadoras de telecomunicações, entre outros).

Ainda numa fase experimental e restrita, os primeiros serviços começam a estar disponíveis, como é o caso do Google Wallet e do PayPal Wallet, fora de Portugal. Por cá, a TMN já arrancou com um projeto-piloto, o TMN Wallet, e as outras operadoras principais devem seguir-lhe o exemplo.

Um dos sistemas de pagamento por telemóvel consiste num código QR. Este é fotografado com o telemóvel e a imagem é reconhecida por uma aplicação própria. O procedimento não deverá variar muito entre serviços: abre a aplicação exclusiva do serviço, insere o código PIN e escolhe o cartão com o qual pretende pagar, se houver mais do que uma possibilidade. No terminal de pagamento, fotografa o código QR. Finalmente, escolhe o produto pretendido.

Fotografia de código QR é um dos meios de pagamento por telemóvel.

Para o sistema de pagamento por NFC (Near Field Communication), esta funcionalidade só está presente nalguns smartphones de topo de gama. Trata-se de um conjunto de normas que permite a comunicação rápida e sem fios entre telemóveis e outros dispositivos, quando estão à distância de alguns centímetros.

Para pagar com esta tecnologia, os passos são os mesmos do sistema com código QR. No terminal de pagamento, seleciona pagamento por NFC, aproxima a parte traseira do telemóvel do terminal e seleciona o produto.

No último congresso em Barcelona, uma máquina de venda automática de snacks e bebidas ilustrou alguns cenários de utilização no futuro. Depois de escolher o produto, para pagar, em vez de inserir moedas, aproxima da máquina o telemóvel, que deve estar equipado da tecnologia NFC e autorizado pelo banco.