Primeiras impressões

LG G Flex: o primeiro telemóvel curvo e dobrável

05 fevereiro 2014 Arquivado

05 fevereiro 2014 Arquivado

Com um ecrã de 6 polegadas, o novo smartphone da LG promete flexibilidade e uma capa traseira que repara riscos superficiais. Chega às nossas lojas por 899 euros.

Conhecemos o LG G Flex na CES Las Vegas, onde pudemos experimentar as vantagens de um design curvo nos telemóveis com ecrãs maiores, ao facilitar a manipulação. Se procura um bom telemóvel, consulte os resultados dos testes.

Primeiro contacto com o LG G Flex na CES Las Vegas

Com 6 polegadas ou mais de 15 cm, o LG G Flex é dono de um dos maiores ecrãs de smartphones. Só é ultrapassado pelo Samsung Galaxy Mega, com 6,3 polegadas, e supera outros gigantes concorrentes, como o Samsung Galaxy S4, com 5 polegadas.

Com um processador 2,26 GHz de 4 núcleos e câmara de 13 Megapixels, o LG G Flex impressiona pelo equipamento e pelo preço de 899 euros (livre de operadora), à venda a partir de 7 de fevereiro. A bateria, também curva, alega uma maior autonomia. Apesar de estar prevista a atualização para o sistema operativo mais recente Android KitKat, o LG G Flex vem equipado com o Android 4.2.2 (Jelly Bean).

Vantagens das curvas por comprovar
A forma curva do LG G Flex é a sua imagem de marca e a solução do fabricante para conseguir manipular o telemóvel só com uma mão. Num ecrã plano, seria difícil alcançar o topo e a zona inferior do telemóvel.

A curva permite ainda aproximar o altifalante e o microfone para fazer chamadas sem colar o telemóvel à cara. O resultado pretendido é um maior conforto e um ecrã limpo por mais tempo.

Sem a forma curva, seria difícil alcançar o topo e a zona inferior do LG G Flex só com uma mão.
Sem a forma curva, seria difícil alcançar o topo e a zona inferior do LG G Flex só com uma mão.
Com alguma força na zona posterior, o LG G Flex pode ganhar uma forma quase plana, mas retoma o formato original logo a seguir. A finalidade desta característica é questionável. Já a superfície traseira que se auto regenera de riscos pouco profundos, anunciada pela LG, deixa-nos curiosos. A capa em forma de livro tem uma pequena janela que adapta o tamanho do conteúdo relevante para mostrar.
A zona posterior do LG G Flex promete reparar-se a si própria de riscos ligeiros.
A zona posterior do LG G Flex promete reparar-se a si própria de riscos ligeiros.
Quando a capa está fechada, a janela mostra a informação mais importante, enquadrada nesse espaço.
Quando a capa está fechada, a janela mostra a informação mais importante, enquadrada nesse espaço.

No LG G Flex, os botões do volume e on/off abandonaram a zona lateral habitual e moram junto à lente da câmara, na parte de trás do telemóvel, como já vimos no LG G2.

A função de “Quick remote” transforma o telemóvel num comando universal de televisão. Mas o emissor de infravermelhos na parte de trás junto à câmara e não na habitual zona superior pode causar estranheza ao apontar para o televisor.

A visualização de conteúdos multimédia, como fotos e filmes, pareceu-nos muito boa. Na fotografia, o LG G Flex conta com um modo especial para “selfies”, os autorretratos: pode captá-los com a câmara traseira, através da função de deteção de rostos.

A mudança dos botões de volume e on/off para a parte de trás pode exigir algum treino.
A mudança dos botões de volume e on/off para a parte de trás pode exigir algum treino.