Primeiras impressões

FairPhone: o primeiro telemóvel com preocupações éticas

21 março 2014 Arquivado

21 março 2014 Arquivado

Anuncia-se justo em relação aos direitos laborais e ao meio ambiente. Ainda não preenche todos os requisitos éticos, mas compromete-se a melhorar.

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Abandonaria as grandes marcas de telemóvel, como a Apple e a Samsung, para pagar mais de € 300 por um smartphone rotulado de “justo”? O seu principal argumento é a defesa de um smartphone "responsável", em matéria de direitos humanos e ambiente. Aliás, o nome da marca fala por si: Fair (justo) Phone (telefone).

Em maio de 2013, a empresa holandesa FairPhone iniciou uma campanha de crowdfunding (angariação de fundos coletiva) para verificar se existia mercado para um smartphone com elevados padrões éticos no fornecimento de matéria-prima, nas condições de trabalho e na política ambiental. Quem desejar, pode comprá-lo no sítio online da empresa, por 325 euros. Em seis meses, a FairPhone recebeu 25 mil encomendas e começou a produzir a primeira “edição”. Neste momento, as reservas já somam 34 mil unidades e a próxima remessa deve estar pronta em junho, segundo anuncia o sítio da FairPhone.