Primeiras impressões

Apple Music ombro a ombro com o Spotify

16 julho 2015
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16 julho 2015

Apesar da qualidade do som, do vasto catálogo e dos menus bem concebidos, o Apple Music apresenta alguns defeitos e não se destaca do Spotify. Está disponível gratuitamente durante 3 meses. Para não começar a pagar o serviço logo após esse período, desative a subscrição automática.

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Disponível desde 30 de junho, quando divulgámos a nossa primeira visão, o Apple Music oferece um serviço de música via streaming (em que o utilizador nunca fica com o ficheiro) muito bom e com um catálogo musical bastante completo. Os primeiros 3 meses são gratuitos. Depois, a subscrição individual passa a custar € 6,99, o mesmo do Spotify Premium e do Tidal Premium. Nestas versões dos 3 concorrentes, a qualidade de som é semelhante.

O pacote para 6 utilizadores do Apple Music (€ 10,99 por mês) é mais barato do que o do Spotify, onde a subscrição conjunta varia entre € 10,49 (2 utilizadores) e € 20,99 (5 utilizadores). O Tidal Hi-Fi é mais caro (€ 13,99), mas garante uma qualidade de som superior. Porém, o catálogo é menos completo e esta versão só faz sentido para audiófilos com colunas e auscultadores de alta definição.

Entre os 3 serviços, o Tidal é o menos vantajoso. Para a maioria dos utilizadores, a escolha está entre o Apple Music e o Spotify. Não encontrámos razões suficientes para recomendar a substituição do segundo pelo primeiro. O Spotify está no mercado há alguns anos e conta com uma enorme lista de subscritores. Tem uma versão gratuita, embora com várias limitações na app móvel (por exemplo, só é possível “pular” 6 faixas e reproduzir em modo aleatório). Também inclui um período experimental de 3 meses, mas custa 99 cêntimos.

Quem procura um novo serviço de música via streaming não deve deixar de comparar os dois serviços. Experimentámos todas as funcionalidades do Apple Music para saber se a proposta é inovadora.