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Relógios inteligentes ganham em autonomia, perdem no design

10 janeiro 2014 Arquivado

10 janeiro 2014 Arquivado

O destaque na CES Las Vegas 2014 revela o investimento das marcas nos relógios inteligentes. Até agora totalmente dependentes dos telemóveis, já experimentámos alguns que permitem aceder a aplicações online e fazer chamadas.

A feira eletrónica de Las Vegas, nos Estados Unidos, dedicou uma área considerável para a exposição deste novo "gadget", entre uma variedade de acessórios batizados de "wearable technology" ou tecnologia para usar ou vestir. No mesmo espaço, convivem propostas semelhantes ao que já vimos nas lojas e relógios inteligentes mais arrojados.
Há relógios inteligentes para todos os gostos, mais ou menos dependentes do telemóvel.
Há relógios inteligentes para todos os gostos, mais ou menos dependentes do telemóvel.
O Neptune Pine perde no design o que ganha em autonomia face ao telemóvel: não precisa de estar emparelhado para fazer e receber chamadas ou aceder a aplicações.
O Neptune Pine perde no design o que ganha em autonomia face ao telemóvel: não precisa de estar emparelhado para fazer e receber chamadas ou aceder a aplicações.

Os aparelhos mais autónomos apropriam-se das funções do telemóvel: incluem um cartão SIM e permitem consultar o e-mail e as redes sociais e fazer chamadas, mesmo se esquecer o telemóvel em casa. Para integrarem todas as funções, é inevitável que os relógios sacrifiquem um pouco o estilo: tornam-se maiores e mais volumosos.

Também a navegação no ecrã pequeno do relógio não é muito confortável. Nas operações com chamadas, é pouco prático conversar com o pulso. Pode contornar as dificuldades se usar um auricular Bluetooth.

Leve e mais parecido com um relógio tradicional, o MetaWatch é mais básico e funciona à base de notificações que recebe do smartphone.
Leve e mais parecido com um relógio tradicional, o MetaWatch é mais básico e funciona à base de notificações que recebe do smartphone.
A proposta da Qualcomm, Toq, inclui um carregador sem fios, por indução magnética
A proposta da Qualcomm, Toq, inclui um carregador sem fios, por indução magnética
Na exposição, verificámos que a aposta em relógios inteligentes como apenas uma extensão do telemóvel continua e divide o protagonismo com os mais autónomos. Neste campo, os fabricantes não abdicam do design e do conforto. Através de notificações, os relógios refletem a atividade do telemóvel, como atualizações nas redes sociais, chamadas recebidas e e-mails.