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Realidade virtual: experiências cada vez mais imersivas

03 maio 2017
Realidade virtual: experiências cada vez mais imersivas

03 maio 2017
Vender produtos já não chega. As empresas tecnológicas querem proporcionar sensações. As aplicações da realidade virtual começam a ultrapassar a fronteira dos jogos.

HTC transforma virtual em real

A HTC deu nova vida aos Vive, agora sem fios graças a um acessório caro, o TPCast, que custa 220 dólares americanos (€ 206) e tem autonomia de apenas 30 minutos. Está anunciada uma bateria de maiores dimensões, mas cujo preço e autonomia ainda não são conhecidos. Ainda sem preço para Portugal, os Vive custam 799 dólares lá fora (749 euros). Contudo, a novidade destes óculos não consistiu apenas nos jogos, mais imersivos, mas sobretudo na possibilidade de produzir numa impressora 3D um objeto criado virtualmente, o que promete revolucionar o mundo do design. Basta colocar os óculos e, com o comando, desenhar “no ar” o objeto para que este surja na impressora. O virtual toma forma real.

Realidade virtual: experiências cada vez mais imersivas

Os óculos virtuais Vive, da HTC, perdem os fios com um novo acessório, o TPCast.
 As aplicações da realidade virtual começam, assim, a ultrapassar a fronteira dos jogos, e já há quem preveja que irá transformar radicalmente variados aspetos da atividade humana, de que o comércio, o ensino ou a medicina são apenas alguns exemplos. Decorar uma sala, apreciar uma exposição num museu, transportar crianças ao espaço para conhecerem o sistema solar, visitar uma casa para comprar ou até ensinar a realizar uma cirurgia, muitas são as aplicações desta nova tecnologia. Mal podemos esperar pelo futuro.