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Memória no telemóvel: GB disponíveis longe dos anunciados

11 maio 2015 Arquivado

11 maio 2015 Arquivado

A memória interna é um fator a que muitos utilizadores prestam atenção antes de escolher um telemóvel. Confira os melhores e os piores e algumas dicas para tornar o seu aparelho mais rápido.

Com o número de aplicações a crescer nas lojas online, é fundamental ter espaço para guardar tudo quanto descarregamos e ainda para armazenar fotografias e vídeos. Mas os números anunciados pelas marcas estão, por vezes, longe da capacidade de armazenamento disponível. Por exemplo, nos smartphones com 4 GB de memória interna, entre sistema operativo e aplicações pré-instaladas é frequente termos 2 GB já ocupados. O problema agrava-se quando muitas destas apps não podem sequer ser desinstaladas. Depois, só para atualizações são precisos mais alguns gigas, o que se torna um drama quando a memória não aguenta. Esteja atento a este pormenor antes de escolher o seu novo telemóvel.

Apresentamos-lhe, em baixo, a percentagem de memória interna disponível para um dos piores modelos e para os modelos com bons resultados nos nossos testes.

Devolva-lhe a força da juventude

Farto de esperar que o telefone responda às solicitações à velocidade desejável, mas não quer, ou não pode, ainda substituí-lo? 

  • Limite o número de widgets no ecrã principal, assim como os fundos dinâmicos, uma vez que estes devoram bateria e capacidade de memória.
  • Instale o maior número possível de aplicações no cartão de memória externo para preservar a memória interna do aparelho. Liberte espaço interno retirando fotografias e vídeos.
  • Apague as aplicações que não utiliza para libertar memória interna e memória RAM . Esta última pode estar a ser ocupada por apps que correm em background.
  • Muitos smartphones Android trazem bloatware, ou seja, apps inúteis incluídas na instalação inicial com fins comerciais. Desative as que não puderem ser desinstaladas.


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