Notícias

Darkside e Ozzy da Wiko chegam ao mercado sem causar grande entusiasmo

13 fevereiro 2014 Arquivado

Arquivado

Os dois modelos da empresa francesa de capitais chineses destinam-se a públicos diferentes: o Ozzy é mais indicado para principiantes, já o Darkside pode responder às exigências de um consumidor mais experiente. Estão à venda por 79,90 e 259,90 euros, respetivamente.

Resultados do teste

Os resultados do teste ao Wiko Darkside ultrapassam um pouco a mediania mas não são entusiasmantes. Como pontos positivos, este phablet (novo tipo de aparelho que cruza as caraterísticas de um telemóvel com as de um tablet) apresenta ecrã com boa imagem e funcionalidade tátil, boa autonomia da bateria e leitor de música com som de qualidade. A dimensão do aparelho torna-o pesado, mas permite uma boa navegação na Internet, bem como uma fácil consulta de e-mails.

A fraca qualidade do som na gravação de vídeo, a ausência de iluminação dos botões e a diminuição da sensibilidade à rede quando se toca em baixo na parte de trás do aparelho são os principais pontos fracos de um phablet. Mesmo assim, é capaz de despertar a curiosidade dos apreciadores de aparelhos económicos.

Já o Wiko Ozzy apresentou maus resultados. Além do sistema operativo, este aparelho não tem muito mais qualidades. A resolução do ecrã é baixa e o som do leitor de música, com os auriculares fornecidos, é fraco. A ausência de bússola torna-o inútil para funções de navegação e a falta de iluminação das teclas dificulta a utilização. Além da má qualidade fotográfica, a velocidade de disparo do obturador é superior a um segundo e o aparelho não dispõe de flash.

Principais resultados do teste
  Wiko Darkside Wiko Ozzy
Qualidade Global 66% 45%
Funções e características básicas

Chamadas e SMS

Câmara fotográfica

Vídeo

Música

Internet e e-mail

Navegação GPS