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Boas pendisks a partir de 73 euros

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O teste a 15 pendisks revelou diferenças enormes de velocidade entre os equipamentos. Conheça as nossas recomendações.

30 novembro 2017
pendisk

Thinkstock

Em menos de 20 anos, as memórias flash passaram de uma tecnologia de nicho para uma das soluções mais adotadas para armazenamento de ficheiros. Mais recentemente, os utilizadores contam ainda com os serviços de armazenamento na cloud, alguns destes gratuitos e muito versáteis. Além dos limites de capacidade, na cloud existe a necessidade de dispor de uma ligação à internet, para poder aceder aos ficheiros noutro terminal. 

As chamadas pen são particularmente interessantes para ficheiros muito pesados. Estas memórias flash têm uma densidade incrível e permitem, assim, armazenar vários gigabytes de informação em aparelhos tão pequenos quanto uma moeda. Este tipo de memórias encontra-se em vários formatos, desde discos rígidos de PC (internos ou externos), chaves USB (ou pen) ou em cartões de memória (existem vários tipos, sendo os SD de longe os mais adotados). 

Cuidados a ter na escolha

pendisks ou pen USB distintas, com conetores USB diferentes. O mais comum é o tipo A, que tem a estrutura do conetor completa (são fisicamente maiores). Mais recentemente, surgiram conetores mais pequenos como os micro USB e também os conetores do tipo C – estes últimos já marcam presença em modelos como os novos MacBook Pro, da Apple. 

Já no capítulo dos formatos e dos materiais usados nas pendisks, há muitas hipóteses. Os aparelhos feitos de metal costumam parecer mais sólidos, mas não é isso que se verifica em todos os casos. Não é possível garantir que os de metal sejam mais resistentes a acidentes dos que os de plástico. Por regra, aconselhamos a evitar pens USB com conetores desprotegidos, quando não estão em uso ou em que as ligações estão totalmente expostas. É o caso de pens USB mais finas e pequenas, com pouca resistência mecânica no contacto com a porta do PC. Aconselhamos, por isso, o uso de tampa para evitar pó ou danos.

As dimensões também podem ter influência na escolha e deve ter alguns cuidados, já que nem tudo o que reluz (é pequeno) é ouro (é prático). As pens mais pequenas perdem-se mais facilmente e são mais difíceis de extrair das portas dos computadores, especialmente aquelas que não têm praticamente saliência além do conetor. Já as pens que são demasiado ‘gordas’ e largas podem trazer dificuldades em alguns portáteis, pela proximidade entre portas, pois podem interferir com outros periféricos nas outras portas.

Designações dos USB 3 mais confusa 

A chamada USB-IF (a organização que implementa e apoia os conetores USB) anunciou que os dispositivos USB 3.0 (com limite de velocidade de 5 Gbps) deveriam ser designados de USB 3.1 Gen1 (geração 1). Já os mais recentes USB 3.1 (com limite nos 10 Gbps) passariam a designar-se de USB 3.1 Gen2. 

Boa decisão? Não, já que se torna confuso para os consumidores. Estas duas designações podem fazer parecer que duas pendisks de gerações diferentes têm duas versões de USB distintas. Na verdade, ambas são da categoria USB 3.0, mesmo que a mais recente vá surgir com a indicação USB 3.1 (gen1). Na hora da compra, lembre-se: 3.0 ou3.1 (gen1) são pendisks da mesma categoria. 


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