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Bitcasa: armazenamento sem limites na nuvem

23 agosto 2013

23 agosto 2013

Promete armazenar até ao infinito, em vez dos 500 GB disponibilizados pelos concorrentes. Merece que fiquemos de olho nele, mas os serviços Skydrive, Dropbox ou Google docs, bem organizados, ainda são melhores soluções.

Experimentámos o Bitcasa (www.bitcasa.com), agora disponível em Portugal. Só tem direito a espaço ilimitado para utilização doméstica se pagar € 8 por mês. Por este valor, ou por € 79 por ano, há funcionalidades adicionais, como suporte por chat ou e-mail e histórico das versões dos ficheiros atualizados. Se optar pela versão gratuita, dispõe de 10 GB.

O português é do Brasil e precisa de ser melhorado. Instalar e abrir uma conta neste serviço de armazenamento é fácil. Tem programas compatíveis com Windows e Mac e aplicações para Android e iOS.

O Bitcasa apresenta-se como uma drive nova, chamada Bitcasa Infinito. Tudo o que lá colocar é replicado na nuvem. Em alternativa, clique com o botão direito do rato na pasta a copiar e, de seguida, sobre enviar para Bitcasa. É possível  criar uma cópia de pastas pré-selecionadas. Tudo o que lá estiver é automaticamente copiado e atualizado na nuvem. As alterações feitas a partir de outros computadores não surtem efeito nas pastas originais.

O Bitcasa apresenta-se como uma drive nova.
O Bitcasa apresenta-se como uma drive nova.
O Bitcasa não é tão completo como, por exemplo, o Skydrive ou o Google docs, nem tão simples como o Dropbox. Também não permite a edição de documentos através do browser.

Armazenamento ilimitado é necessário?
À primeira vista, o serviço Bitcasa parece uma boa ideia. Pode tirar partido de um armazenamento infinito se fizer um espelho do seu disco rígido. Contudo, não conseguirá reinstalar o Windows a partir da nuvem.

Depois, é necessário ter em conta as implicações de uma capacidade tão vasta. Arrisca-se a deixar de ser seletivo na informação que coloca na nuvem. Rapidamente, esta pode ficar tão caótica como o seu próprio computador. Considere que quanto mais dados tiver que sincronizar, mais largura de banda precisa de ter disponível. Não vai querer que a sua ligação à Internet esteja sempre entupida com ficheiros temporários.