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Experimentámos o Bitcasa (www.bitcasa.com), agora disponível em Portugal. Só tem direito a espaço ilimitado para utilização doméstica se pagar € 8 por mês. Por este valor, ou por € 79 por ano, há funcionalidades adicionais, como suporte por chat ou e-mail e histórico das versões dos ficheiros atualizados. Se optar pela versão gratuita, dispõe de 10 GB.

O português é do Brasil e precisa de ser melhorado. Instalar e abrir uma conta neste serviço de armazenamento é fácil. Tem programas compatíveis com Windows e Mac e aplicações para Android e iOS.

O Bitcasa apresenta-se como uma drive nova, chamada Bitcasa Infinito. Tudo o que lá colocar é replicado na nuvem. Em alternativa, clique com o botão direito do rato na pasta a copiar e, de seguida, sobre enviar para Bitcasa. É possível  criar uma cópia de pastas pré-selecionadas. Tudo o que lá estiver é automaticamente copiado e atualizado na nuvem. As alterações feitas a partir de outros computadores não surtem efeito nas pastas originais.

O Bitcasa apresenta-se como uma drive nova.
O Bitcasa apresenta-se como uma drive nova.
O Bitcasa não é tão completo como, por exemplo, o Skydrive ou o Google docs, nem tão simples como o Dropbox. Também não permite a edição de documentos através do browser.

Armazenamento ilimitado é necessário?
À primeira vista, o serviço Bitcasa parece uma boa ideia. Pode tirar partido de um armazenamento infinito se fizer um espelho do seu disco rígido. Contudo, não conseguirá reinstalar o Windows a partir da nuvem.

Depois, é necessário ter em conta as implicações de uma capacidade tão vasta. Arrisca-se a deixar de ser seletivo na informação que coloca na nuvem. Rapidamente, esta pode ficar tão caótica como o seu próprio computador. Considere que quanto mais dados tiver que sincronizar, mais largura de banda precisa de ter disponível. Não vai querer que a sua ligação à Internet esteja sempre entupida com ficheiros temporários.