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Assistentes de voz ainda não encantam europeus

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“As vantagens não são evidentes”, “não está no meu idioma”, “dá muitos erros” e “nunca faz o que é esperado” são algumas justificações de 2349 inquiridos belgas, espanhóis, italianos e portugueses para recusarem os assistentes de voz.

  • Dossiê técnico
  • Ana Almeida
  • Texto
  • Inês Lourinho
07 novembro 2018 Exclusivo
  • Dossiê técnico
  • Ana Almeida
  • Texto
  • Inês Lourinho

Um comando de voz junto ao telemóvel, e as luzes de casa acendem-se, o ar condicionado é regulado para certa temperatura, surgem informações de meteorologia no ecrã ou um sms é redigido e enviado. As vantagens dos assistentes de voz anunciadas pelas marcas são amplas. Quisemos, por isso, saber se coincidiam com a experiência dos consumidores. Fizemos um inquérito para apurar a opinião de quem tinha usado, pelo menos, uma vez. Sem grandes surpresas, quanto mais elevada a idade, menor a frequência de uso, ainda que a tecnologia apresente benefícios evidentes para quem tem mobilidade reduzida. Mas, entre os que usam, nem a satisfação nem a frequência são elevadas. Google Assistant e Siri, da Apple, são as opções mais comuns.