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Apple iPad Pro e Microsoft Surface Pro 4 em confronto

23 dezembro 2015 Arquivado

23 dezembro 2015 Arquivado

Chegaram às lojas dois novos tablets, o iPad Pro da Apple e o Surface Pro 4 da Microsoft. Descubra qual destes tablets, com características de topo, é a melhor opção para si. 

O iPad Pro da Apple e o Surface Pro 4 da Microsoft são tablets com um ecrã grande, com mais de 12 polegadas e que podem ser equipados com uma capa teclado opcional. O tamanho destes tablets não é o mais adequado para os levar para todo o lado, a não ser que se trate de uma utilização profissional. Utilizam sistemas operativos das respetivas marcas. O iPad inclui o iOS 9, enquanto o Surface está equipado com o Windows 10 e, como tal, podem destinar-se a tipos de utilizadores diferentes. 

Compare desempenhos e preços e descubra como poupar, em média, 285 euros. 

A quem se destinam
Se pretende substituir o computador portátil por um dispositivo mais leve e fácil de transportar, se utiliza programas do Windows e precisa do dispositivo para criar informação, o aparelho da Microsoft é o mais indicado. Com o Surface Pro 4 pode usar o Excel sem qualquer tipo de limitação.

Já o iPad Pro, tal como qualquer outro iPad, é mais indicado para um tipo de utilização assente sobretudo no consumo de dados e não tanto na sua criação, como a realização de grandes relatórios ou tabelas.

Ecrãs e teclados
Ambos os aparelhos têm ecrãs de ótima qualidade, brilhantes e com cores vibrantes e que proporcionam texto claro e nítido. Disponibilizam um teclado opcional que também serve de capa de proteção. Assim, não tem de se preocupar em comprar uma capa adicional para evitar arranhões e riscos no ecrã.  

O teclado do Surface Pro 4 permite melhorar o conforto de utilização: inclui teclas iluminadas, trackpad incluído e ângulo de inclinação ajustável. Já o teclado do iPad, por enquanto, indisponível em Portugal, deixou-nos desiludidos, pois não inclui trackpad e não permite ajustar a altura para colocar numa posição inclinada.

Dispositivos adicionais
Ambos têm possibilidade de funcionar com dispositivos para desenho. O Surface inclui a caneta Surface. A Apple tem o Apple Pencil, mas este não faz parte do iPad Pro, terá de o comprar à parte por 109 euros. Nenhum dos tablets inclui um local para guardar estes dispositivos. São ambos fáceis e rápidos a emparelhar com os tablets via Bluetooth.

A caneta Surface é mais curta e mais larga do que o Apple Pencil e pareceu-nos mais fácil de segurar. No entanto, é alimentada por pilhas que terão de ser substituídas quando gastas. Já o Apple Pencil é recarregável através de um conector Lightning: um carregamento completo permite 12 horas de autonomia e apenas 15 segundos de carga permitem meia hora de utilização.

São dispositivos interessantes, sobretudo para desenhar ou para quem precisa de tirar muitas notas manuais. A grossura das linhas depende do nível de pressão exercido, tal como num lápis normal.

Bateria
A Apple ganha no que diz respeito à bateria. Apesar de a Microsoft ter um dispositivo com autonomia (cerca de 9 horas) que chega para um dia de trabalho, a Apple continua a ser a opção mais duradoura (cerca de 10 horas).

Aplicações
A App Store da Apple é uma das lojas que mais e melhores aplicações disponibiliza. Contudo, a maioria das aplicações ainda não estão otimizadas para um ecrã tão grande. Por exemplo, nestes ecrãs, as páginas do YouTube e do Facebook  parecem usar um teclado destinado às crianças, tendo em conta o tamanho em que teclas aparecem. É de esperar que nos próximos meses já exista um número considerável de aplicações adequadas ao ecrã do iPad Pro.  

Para o Surface, a loja de aplicações da Windows tem disponíveis as principais aplicações, embora esteja longe de igualar o que se encontra na Apple Store. No entanto, a grande vantagem do Surface é a de poder correr os programas para Windows.


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