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Máquinas instantâneas: apontar, disparar e ver o resultado em segundos

21 dezembro 2016
Máquinas fotográficas instantâneas_thumbnail

21 dezembro 2016
Três fotógrafos profissionais e três amadores testaram seis máquinas instantâneas. Apesar das limitações técnicas dos aparelhos, os resultados agradaram.

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Brinquedos que capturam imagens: assim podem ser definidas estas frágeis câmaras em plástico, dotadas de objetiva fixa. Também não permitem ajustar os parâmetros, como a abertura ou a velocidade, embora algumas disponham de modos pré-programados (por exemplo, para retrato ou ambientes nublados). Tão-pouco são máquinas reflex, pelo que produzem um fenómeno ótico designado por erro de paralaxe, ou seja, a cena enquadrada pelo visor não é exatamente aquela que aparece na foto.

Apesar das limitações técnicas, as instantâneas reúnem legiões de fãs, para quem as falhas, que muitas vezes têm efeitos aleatórios, podem ser consideradas interessantes. Na mesma linha conceptual, das chamadas toy cameras, pontificam marcas icónicas como a Lomo, a Holga e a Lubitel. Resumindo, não é possível comparar a qualidade destes equipamentos com a proporcionada por máquinas profissionais ou semiprofissionais. Aqui, o espírito é outro e passa pela diversão: apontar, disparar e, em alguns segundos, ver o resultado impresso.


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