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Máquinas fotográficas: guerra pelo tamanho dos sensores

11 março 2013 Arquivado

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Há muito que os fabricantes enterraram o machado da guerra dos megapixels. A nova frente de batalha é o tamanho dos sensores. E a tendência é para a utilização de dimensões cada vez maiores.

Dimensão dos sensores

O sensor é um elemento fundamental de qualquer equipamento fotográfico. Ao contrário do que acontece com a resolução, em que mais nem sempre significa melhor, o tamanho do sensor tem um papel preponderante na qualidade da imagem. Os testes a centenas de equipamentos que efetuámos nos últimos anos permitem-nos afirmar, com alguma segurança, que este é um bom indicador da qualidade da máquina.

Como a superfície exposta à luz é mais ampla, os sensores maiores proporcionam, em regra, melhores imagens com menos ruído, mesmo em condições de fraca luminosidade. Por outro lado, permitem minimizar a profundidade de campo e fotografar ângulos mais abrangentes.

Escala demonstra os tamanhos de sensores com diferentes dimensões.
Escala demonstra os tamanhos de sensores com diferentes dimensões.

A maioria das máquinas fotográficas compactas e ultracompactas recorre a sensores de tamanho reduzido (1/2.3 polegadas ou 1/1.7 polegadas). Já as máquinas híbridas e reflex tendem a usar sensores de maiores dimensões: por exemplo, quatro terços, APS-C ou mesmo full frame, o que é determinante para obter melhores fotografias.

A dimensão do sensor é indicada pela sua diagonal: no geral, em polegadas para modelos mais pequenos e pelo fator de corte no caso dos maiores.

O fator de corte é calculado pelo quociente entre a diagonal do sensor de referência (35 mm) e a do sensor. Assim, um sensor com fator de corte de 1.6x é mais pequeno do que outro de 1.3x.