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Câmaras de vídeo aventura: como instalar e poupar

A experiência de quem sabe

Hugo Macedo, 34 anos, é fotógrafo e faz, anualmente, duas viagens para pontos recônditos do planeta. “A portabilidade, a leveza e a resistência à água, ao pó e aos impactos são fatores decisivos para utilizar a minha câmara nesses ambientes”.
Uganda, Malásia e Madagáscar: nestas viagens, Hugo Macedo levou sempre a sua câmara.
Uganda, Malásia e Madagáscar: nestas viagens, Hugo Macedo levou sempre a sua câmara.

Qual a mais-valia?
É a facilidade de transporte. O tamanho e o peso permitem uma mobilidade total para perspetivas únicas. A resistência também nos faz arriscar mais.

Qual o lado menos positivo?
Para fotografia, a qualidade não é fantástica. A prestação em ambientes de fraca luminosidade também apresenta algumas lacunas. A autonomia é reduzida. Temos de comprar uma bateria extra.

Filipe Pinto, 35 anos, usa a câmara na bicicleta, no trajeto para o trabalho. “Consigo bons filmes no trânsito. Além de ser um modo de avaliar a minha condução, por vezes, registo situações menos agradáveis e com maior perigo”, revela.

Filipe Pinto, técnico de contabilidade, usa uma action cam para encontros de amigos e viagens de bicicleta.
Filipe Pinto, técnico de contabilidade, usa uma action cam para encontros de amigos e viagens de bicicleta.

O que destaca pela positiva?
A facilidade com que se transporta e se fixa, aliada ao baixo peso e resistência à água. Permite o registo de imagens em qualquer situação.

E o lado negativo?
Alguma dificuldade em ajustar a exposição em condições de luz extrema. Quando o sol está frontal e baixo, a imagem torna-se muito dura e com pouca definição.