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Folhetos dos medicamentos: propostas para informação simples

31 março 2011

31 março 2011

Analisámos 13 folhetos e descobrimos letra pequena em texto compacto, com linguagem demasiado técnica. A partir das sugestões do nosso painel de colaboradores, construímos o folheto ideal.

O uso racional dos medicamentos depende, em grande medida, do folheto que os acompanha. Funciona como um documento de consulta, pois contém as principais informações a reter pelo doente depois de sair do médico ou farmácia. Se não for simples e fácil de ler, perde-se o propósito para que foi concebido.

Selecionámos 13 folhetos de medicamentos não sujeitos a receita médica, com características diversificadas (ver fotogaleria), e submetemo-los à apreciação de 2 grupos de 8 consumidores cada. Recolhemos as sugestões e elaborámos 13 propostas diferentes para os 2 folhetos preferidos por estes grupos de consumidores (Ilvico N e Mebocatuss).

Desta feita, sujeitámos as nossas propostas ao crivo de outros 2 grupos de 8 pessoas cada. Também neste caso testámos várias características, entre as quais, linguagem, organização da informação, tamanho da letra, espaçamento do texto, uso do negrito e títulos com cor. As novas versões foram comparadas com os originais. No final, identificámos os conteúdos, organização e apresentação preferidos e construímos o folheto ideal (em Documentos adicionais, o exemplo para o Mebocatuss).

A DECO levou estas propostas até à Agência Europeia do Medicamento, que, em breve, apresentará novas diretrizes sobre a concepção dos folhetos.

13 folhetos rumo ao conteúdo ideal