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Pílula do dia seguinte: quando tomar, eficácia e efeitos

03 junho 2016
pílula do dia seguinte

03 junho 2016

A pílula do dia seguinte evita uma gravidez não desejada após uma relação sexual desprotegida ou em caso de falha do método. Conheça os medicamentos à venda e os prazos para a toma.

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A pílula do dia seguinte é o único método que pode ser utilizado para prevenir a gravidez após a relação sexual desprotegida. Pode ser utilizada com segurança por qualquer mulher, mesmo quando há contraindicações para a toma de contracetivos orais hormonais.

Este tipo de contraceção de emergência apenas previne a gravidez resultante de relações sexuais ocorridas antes da toma e nunca nos casos em que estas ocorrem depois. Por isso, após o seu uso a mulher pode engravidar em qualquer altura, caso não utilize nenhum método contracetivo.

A eficácia da contraceção de emergência é maior quanto mais rápida for a toma após a relação sexual, mas não é efetiva se a mulher já estiver grávida. Depois de se utilizar esta contraceção de emergência, recomenda-se que as relações sexuais seguintes sejam protegidas por um método de barreira fiável até ao início da menstruação. Caso se verifique ausência de menstruação 21 dias após o uso da pílula do dia seguinte, deve realizar-se um teste de gravidez.

A contraceção de emergência pode atrasar a ovulação, impedir a fecundação ou evitar que o ovo se fixe na parede do útero. Não interrompe uma gravidez já existente, nem protege de doenças sexualmente transmissíveis. A pílula do dia seguinte não é abortiva e não causa malformações no feto.

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