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Persistência evita pagamento indevido

03 julho 2013

03 julho 2013

Por falta de comunicação entre o British Hospital e a seguradora Tranquilidade, o nosso leitor A.G., de Aljustrel, foi intimado a pagar 625 euros a mais por uma cirurgia. O assunto ficou resolvido após a nossa intervenção.

Em maio de 2011, o leitor foi submetido a uma intervenção cirúrgica para remover um tumor na bexiga. As despesas seriam comparticipadas pelo seguro de saúde. A situação complicou-se e A.G. pediu ao médico para requerer a extensão do internamento à seguradora.

Alguns dias após a alta, o paciente contactou o hospital para reaver parte da caução paga. Disseram-lhe que não havia nada a receber, mas sim a pagar: devia 625 euros. O leitor explicou que o seguro pagaria uma parte da despesa ao hospital. Pensou que o assunto estava resolvido, mas, um ano depois, recebeu a fatura.

Não pagou, enviou uma carta ao hospital a relatar toda a história e pediu a nossa intervenção. O British Hospital admitiu falhas de comunicação com a Tranquilidade: o pedido para alargar o internamento não terá chegado.

Passados mais dois meses, a seguradora informou A.G. de que se responsabilizava pelas despesas e a questão ficou resolvida. É de lamentar, no entanto, ter demorado tanto tempo e causado transtorno ao nosso leitor.


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