Dicas

Cancro da mama: importante fazer rastreio a partir dos 50 anos

30 outubro 2014

30 outubro 2014

O Plano Nacional de Saúde e as entidades internacionais recomendam o rastreio de cancro da mama em mulheres dos 50 aos 69, por mamografia, de 2 em 2 anos.

Guia rápido

Alterações no seio exigem cuidados extra. O tecido mamário é formado por células. À medida que envelhecem, morrem ou se danificam, são substituídas. Se o crescimento for anárquico e indiferenciado, ocorre um desequilíbrio na formação dos tecidos e gera-se um tumor.

As causas são desconhecidas, mas há fatores de risco como a idade, as histórias pessoal e familiar de cancro da mama e anomalias genéticas.

Os sintomas mais comuns são nódulos, alteração no tamanho e no aspeto da pele, cor ou formato dos seios; estas situações exigem uma consulta médica. Um mamilo invertido, com corrimento ou sangue também.

Diagnóstico: examina-se a mama e investiga-se a história familiar. A mamografia é indicada para descobrir o cancro nas fases iniciais. Caso se observe uma massa, recorre-se à biopsia e, em certos casos, à ressonância magnética.

O tratamento e prognóstico incluem, consoante o estádio da doença, cirurgia, radioterapia, quimioterapia e fármacos. 90 por cento dos casos são curáveis.