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Soluções para a incontinência urinária

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As mulheres são mais propensas a sofrer de incontinência do que os homens. As alterações no estilo de vida e os exercícios para fortalecer os músculos pélvicos são os primeiros tratamentos.

19 fevereiro 2018
incontinencia

Thinkstock

A incontinência é vista, muitas vezes, como uma consequência natural do avançar da idade. Por isso, não é combatida aos primeiros sintomas e a sua prevalência - calculada entre 30% e 60% da população feminina - pode ser subestimada. Mas há que atuar quanto antes, porque existe tratamento para a maioria das situações.

A incontinência significa perda involuntária de urina. Há três tipos: a incontinência urinária de esforço ou stresse, a de urgência e a mista. A primeira surge aquando de um esforço quotidiano: a pressão abdominal aumenta e o esfíncter, válvula responsável por manter a urina na bexiga, perde a força e deixa escapar líquido. A perda pode acontecer quando a mulher se levanta, ri, faz exercício, espirra ou tosse. Na incontinência urinária de urgência, a bexiga contrai-se de forma anormal e espontânea durante o seu enchimento, criando a necessidade urgente de urinar. Esta sensação é progressivamente mais forte e muito difícil de ignorar e provoca perdas involuntárias. A combinação dos sintomas da incontinência de esforço com os da de urgência origina a chamada incontinência urinária mista.

As perdas podem provocar irritações na pele, úlceras por pressão e infeções urinárias, mas as consequências mais importantes são psicológicas e sociais. Não sendo tratado, o problema dá azo a vergonha, baixa autoestima e depressão. Há uma tendência para restringir as interações sociais, a atividade física e as relações sexuais, reduzindo a qualidade de vida.


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