Dicas

Depressão: antidepressivos para os casos mais graves

30 março 2017
combater a depressão

Tem vontade de chorar, desânimo e sensação de vazio há mais de 2 semanas? Não tome antidepressivos por sua iniciativa. Consulte o médico de família, um psicólogo ou psiquiatra, para fazer o tratamento adequado.

Cruzamentos a evitar

Informe o médico sobre fármacos que esteja a tomar, sobretudo anticoagulantes (varfarina, etc.), antiepiléticos, lítio (para doenças psiquiátricas), neurolépticos, ansiolíticos e alguns antibióticos.

Os antidepressivos devem ser evitados no primeiro trimestre de gravidez. Com os fármacos mais usados (fluoxetina e sertralina), a grávida pode ter irritação e dificuldade em comer e respirar. Em casos raros, o bebé sofre de hipertensão pulmonar. Há ainda o risco de anomalias cardíacas se a mãe tomar paroxetina nos primeiros meses de gravidez.

Crianças, adolescentes e jovens até 25 anos tratados com antidepressivos podem ter ideias suicidas, sobretudo nas primeiras semanas, pelo que devem ser vigiados.

O hipericão, planta medicinal à venda em farmácias e ervanárias, tem efeitos positivos em depressões leves. Mas, com certos medicamentos, como contracetivos, anticoagulantes, antiepiléticos e outros antidepressivos, tem efeitos adversos. Nos preparados à base de plantas, as quantidades e proporções dos ingredientes podem variar entre marcas e lotes. O hipericão está contraindicado em crianças, grávidas e mulheres a amamentar e deve ser usado com precaução em doentes renais e hepáticos.