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Queda de cabelo: afinal, quem se incomoda mais?

Quando começam a perder cabelo, os homens ficam preocupados, mas, com o avançar da idade, a calvície deixa de ser um problema, revelam os resultados do nosso inquérito a 1258 portugueses.

  • Dossiê técnico
  • Bruno Carvalho e Anabela Jorge
  • Texto
  • Cécile Rodrigues e Fátima Ramos
06 setembro 2018
  • Dossiê técnico
  • Bruno Carvalho e Anabela Jorge
  • Texto
  • Cécile Rodrigues e Fátima Ramos
queda cabelo

iStock

Com o avançar na idade, a calvície deixa de ser um problema: no nosso último inquérito, realizado em outubro de 2017, mais de 70% dos inquiridos com mais de 50 anos referem que, hoje, a calvície não os incomoda.

Aproximadamente quatro em cada dez experimentaram um ou vários tratamentos para queda de cabelo. A maioria optou por champôs, loções ou ampolas. Uma pequena parte (16%) tomou suplementos alimentares (como vitaminas ou zinco) e 14%, medicamentos.

Relativamente ao principal tratamento efetuado, um quarto dos inquiridos refere tê-lo feito por iniciativa própria e um quinto por recomendação do cabeleireiro. Em 17% dos casos, o tratamento foi indicado por um dermatologista e, em 8%, pelo médico de família.

Quase metade dos inquiridos que fizeram um transplante capilar ficou muito satisfeita com a cirurgia. Dos inquiridos que tomaram medicação, 13% também se revelaram muito agradados. Já entre os que usaram champôs, loções, ampolas ou suplementos de vitaminas e minerais, só 6 a 7% indicaram estar muito satisfeitos.

Quatro em cada dez homens interromperam o principal tratamento escolhido, a maioria por falta de resultados. O preço elevado dos produtos e a longa duração dos tratamentos também são causas de desistência.

Oito por cento dos inquiridos confessaram ter sofrido efeitos secundários aquando da realização do tratamento principal. O aspeto gorduroso do couro cabeludo, a redução da libido, o aparecimento ou aumento de caspa e de alergias estão entre as reações referidas.