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Protetor solar: quanto fica na embalagem

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Depois de bem espremida, a embalagem de protetores solares pode reter mais de 7% do seu conteúdo, desperdício que prejudica o ambiente e a carteira.

  • Dossiê técnico
  • Susana Santos
  • Texto
  • Fátima Ramos
31 agosto 2018
  • Dossiê técnico
  • Susana Santos
  • Texto
  • Fátima Ramos
protetores solares

iStock

As embalagens dos protetores que mereceram os títulos de Melhor do Teste e de Escolha Acertada em 2017 e 2018  (ver o menu Quem desperdiça mais) não permitem a saída de 2% a 7,6% do conteúdo total. Convertidos em dinheiro, são valores que correspondem a perdas entre 33 cêntimos e 1,29 euros por embalagem.

Associações de consumidores da Bélgica, Dinamarca, Espanha e Itália fizeram o mesmo estudo. No conjunto, os quatro países verificaram a quantidade de protetor que resta nas embalagens de 25 produtos (num total de 50 amostras). Globalmente, parece haver mais desperdício nas loções (entre 5,2% e 12%) dos que nos sprays (1% a 7,3 %), mas a regra não é universal. A textura e a viscosidade do produto e as características da embalagem influenciam a quantidade de resíduo. Quanto menos denso e viscoso for o protetor, mais fácil será de extrair. O comprimento do tubo extrator também importa: por exemplo, os aerossóis da Vichy apresentaram quantidades de desperdício diferentes nos vários países, porque, nalguns, o tubo era mais curto.

Se, no fim de vida, a embalagem, em tubo ou garrafa, repousar com a abertura para baixo, é possível aproveitar algum conteúdo resistente. Experimente.

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