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Queda de cabelo: como tratar

Calvície: tratamentos com efeitos demonstrados

Transplantes, enxertos ou extensões são métodos efetivos, mas caros e, por vezes, os resultados são pouco estéticos. O transplante consiste em retirar pequenos pedaços do couro cabeludo de trás e da parte de lado da cabeça, implantando-os na zona calva. São necessárias 2 a 4 sessões para obter uma densidade aceitável. Há risco de complicações pós-operatórias, como dor, hemorragias e infeções. Os microtransplantes capilares permitem obter um aspeto mais natural.  

As perucas são uma solução imediata, sem dor e sem riscos, mas a fixação pode não ser total. É possível que se desloque durante o sono, em caso de transpiração abundante, por exemplo. Se forem de cabelo natural, podem custar entre 300 e 1500 euros, duram cerca de 1 ano e suportam penteados. As sintéticas, mais baratas (entre 50 e 200 euros), são sensíveis ao calor e não permitem alterações, mas a cor mantém-se com o sol. 

O uso de medicamentos, como a solução de minoxidil e os comprimidos de finasterida, revela resultados escassos. Devem ser seguidos sem interrupção durante toda a vida e ambos os produtos contam com efeitos secundários. Fale com o médico antes de usá-los, até porque a finasterida só é dispensada com receita. 

O minoxidil é vendido em solução e deve ser aplicado no couro cabeludo 2 vezes por dia, durante alguns meses. É mais eficaz para tratar áreas pequenas (5 a 10 centímetros) e em perdas de cabelo recentes (menos de 5 anos). Os benefícios, quando existem, começam a ser visíveis ao fim de 4 a 6 meses. A finasterida pode ter alguma eficácia na calvície dos homens. Contudo, há risco de disfunção erétil e alterações da libido.