Como testamos

Tintas para cabelo: como testamos

25 setembro 2018
tintas cabelo

25 setembro 2018
Selecionámos 12 marcas de tinta para cabelo castanha-clara, à venda em hipermercados, farmácias, parafarmácias e lojas de produtos naturais.

Teste de eficácia

Em laboratório, colorimos, de acordo com as instruções, nove mechas de cabelo humano com três tons originais diferentes e outras três com 80% de fios brancos. Secámos em condições de temperatura e humidade controladas.

Em todos os testes, a eficácia foi avaliada por três especialistas e com recurso à tecnologia da espectrometria, que consiste na medição das dimensões de cor. Realizada por um aparelho, dá uma ideia mais rigorosa das diferenças de cor antes e depois de pintar.

Utilizando estes dois métodos, comparámos o resultado final com a cor indicada na embalagem, para verificarmos se o tom coincidia.

Também comparámos as mechas antes e depois de pintadas, para averiguarmos se todo o cabelo tinha sido coberto.

Cabelo danificado

Ainda no laboratório, danificamos três mechas de cabelo, sobretudo ao nível das pontas. Repetimos os procedimentos de coloração nestas mechas e avaliámos a homogeneidade da cor.

Resistência às lavagens

Com o objetivo de analisarmos a resistência da tinta, lavámos as mechas seis vezes à mão. Após secarem, comparámos a intensidade da cor antes e após a lavagem, para verificarmos as perdas de tinta.

Teste de uso

Em paralelo, cada produto foi utilizado em casa por 15 voluntárias. Preparação, textura, odor, aplicação, cobertura do cabelo, remoção, cor, homogeneidade, suavidade, brilho e irritação da pele foram os aspetos analisados e registados num questionário.

Rotulagem

Para completar o estudo, avaliámos a conformidade da rotulagem e desmontámos a credibilidade de alegações como “sem amoníaco”, “sem parabenos”, “testado dermatologicamente” e, sinal das modas, até “sem glúten”.