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Queixa falha no compromisso
Exmos Senhores,Quero fazer uma reclamação da Remax Latina II, em particular da vendedora A Sra. Lurdes Vilela.No dia 11 de Junho fui ver uma casa e gostei tanto que tentei de imediato marcar uma segunda visita que ficou logo marcada para dia 15 e Junho. No dia 16 apresentei uma proposta para compra da mesma e foi-me informado que o proprietário teria 5 dias para responder. Na semana seguinte informaram-me que a proposta tinha sido aceite mas que eu teria 10 dias para concluir o processo de aprovação bancária ou caso contrário a casa deixaria de estar reservada. No entanto, só me enviaram os documentos do imóvel no dia 24 de Junho (já tinham passado 2 dias). Na sexta-feira dia 3 de Julho foi-me informado que teria mais 2 dias extra uma vez que tive de aguardar 2 dias pelo envio de toda a documentação, prazo esse que terminaria dia 7 de Julho. Na terça-feira dia 7 de Julho recebi a aprovação do empréstimo e a gestora de conta referiu que iram proceder com a avaliação do imóvel.O meu contacto na Remax a Sra. Margarida Oliveira informou a angariadora do imóvel a Sra. Lurdes Vilela da Remax Latina II da aprovação nesse mesmo dia. A Sra. Lurdes disse à Margarida que estaria tudo ok e que iria informar o proprietário. Nessa noite liguei a Sra. Lurdes para saber os próximos passos e esta informou-me que eu já não teria direito ao imóvel e que nessa manhã já tinha avançado com outra proposta. Ao ser questionado o porquê da situação uma vez que os prazos foram cumpridos, esta informou que tinha sido a decisão do proprietário e que este era um homem muito severo. Tentei perceber a razão mas sem sucesso.Liguei directamente e este informou não saber nada do assunto, que não sabia que eu já tinha o crédito aprovado.Marquei uma reunião com a Sra. Lurdes e a Sra. Catarina Leal (ambas da Remax Latina II) à qual também fizeram questão de comparecer a Sra. Margarida Oliveira e a Sra. Isabel Santos (estas duas últimas para me defender e porque sempre disseram que aquilo era falta de ética e uma grande trapalhada). Nessa reunião a Sra. Lurdes afirmou que a outra proposta foi aceite ainda dentro do meu prazo e que quando a minha aprovação chegou eu já não tinha a casa reservada para mim apesar de ainda estar dentro do meu prazo. Disseram também que a outra proposta tinha os mesmos 10 dias para conseguir marcar a avaliação. Foi-me ontem informado que a outra proposta avançou. No entanto não sei se será verdade é se a outra proposta já tem mesmo a avaliação marcada. A verdade é que ao vender a casa através de mais outro player (Margarida) a Sra. Lurdes teria de dividir a comissão com ela. A Margarida e a Isabel são testemunhas que eu fiz tudo nos prazos e que a própria Lurdes confessou que aceitou a outra proposta dentro do meu prazo sem nos informar.Toda esta história está mal contada e revela uma falta de profissionalismo e ética. O meu banco ficou chocado com o facto de não aceitarem marcar a avaliação e que nunca tinham visto nada igual. Que não se para um processo quando está neste estado. Dissera-me que terão de me cobrar a comissão de abertura do dossier. Contudo, acho que este valor deve ser cobrado a quem falhou e não a mim.
Garantia Motherboard (componentes PC)
Comprei no dia 1 de Junho uma Motherboard MSI na loja PC DIGA Leiria, passados 20 dias de uso o componente deixou de funcionar por completo. Após a avaria, o PC foi levado a uma loja para aferir qual o problema, onde eu assisti a todo o processo e me disseram que a motherboard estava inutilizável. Enviei a motherboard para RMA (onde enviam o componente para o fabricante e ele arranja ou substitui o producto) e foi-me dito que a etiqueta com número de série da motherboard, foi removida - deixando-me assim sem hipótese de re-haver o meu dinheiro ou um producto em boas condições. É bastante fácil neste processo, receber a motherboard e retirar a etiqueta culpando posteriormente o cliente - estou sem alternativas, preciso de ajuda.
Execução de dívida de condomínio
Sou proprietário da fração L do edifício Torre do Lago, sito na Maia. O apartamento em causa encontra-se alugado desde Fevereiro de 2017 e até então encontrava-se devoluto. Como não residia nesta morada, mantive ao longo do tempo um atraso na regularização nas responsabilidades do condomínio. Em fevereiro/março deste ano acordei com a empresa que gere o condomínio (Excelser) do referido edificio o compromisso de regularizar o montante devido em 4 prestações mensais proximas de 150€. Liquidei as duas primeiras prestações e solicitei á Excelser os respetivos recibos das verbas liquidadas, que nunca o fizeram. Enquanto aguardava pelos recibos para continuar a cumprir com o acordo sou confrontado com um processo de execução em fase de penhora de salários, que transformou uma dívida à volta dos 300€ num valor proximo dos 1250€, contando com os honorários do agente de execução. Transformaram uma dívida num valor 4 x superior de forma ilegítima. Tratou-se de um ato premeditado, de má fé, indigno, doloso e ilegitimo de uma empresa sem escrúpulos, sem principios e que se rege por códigos de conduta sem qualquer tipo de qualificação. Criaram-me um problema grave porque a minha mulher já tem o salário penhorado e os consequentes problemas familiares entre casal que esta situação acarreta. Espero que a empresa assuma o seu comportamento danoso e ilegitimo inerente a esta situação e assuma os custos associados aos danos provocados.
Remodelação de WC - pedido de reparação devido a infiltração
Em 15.11.2016, pedi a verificação urgente da base de duche instalada através de empresa parceira da Leroy Merlin, loja onde comprei todos os materiais necessários para a obra e que procedeu a todos os contactos com essa tal empresa (com quem eles trabalham sempre, aparentemente).O teor do pedido, enviado por e-mail à empresa executora da obra, c/c da Leroy, foi o seguinte: No decurso de mês de julho de 2015, a vossa empresa, parceira da Leroy Merlin (através da qual estabeleci relação comercial convosco), executou uma remodelação no WC do meu apartamento, conforme consta da Fatura/Recibo N.º A2275, emitida em 2015-07-17. No final das obras, estando tudo aparentemente funcional, informaram-me que na eventualidade de alguma ocorrência ou anomalia, que estaria garantida as respetivas reparações. Nessa fase, não tinha ainda vizinhos no apartamento de baixo, que entretanto foi vendido. O proprietário comunicou-me recentemente uma infiltração no teto do seu WC, que fui verificar (ver fotos em anexo). Apesar de ser leigo na matéria, a infiltração ocupa exatamente o espaço do caminho de água da base de duche para a caixa de água. O vizinho pede, compreensivelmente, urgência na determinação e correção da causa e dos danos que lhe foram causados. Nesta conformidade, solicito que me contactem com a máxima urgência possível para agendarmos visita, para a necessária reparação.. Enviei em anexo fotos da infiltração. O técnico da empresa fez visita ao apartamento do vizinho e depois ao meu, nas quais não utilizou qualquer aparelho, não se dignando sequer a verificar peças, canalizações, massas, etc. Garantiu que a situação seria resolvida e pediu testes e verificações adicionais, a executar por nós nos dias seguintes o que fizemos. Tentei sem êxito que me atendesse o telefone durante uma semana, acabando por reclamar por e-mail à Leroy, em 16.12.2016, neste termos: Após visita de avaliação do técnico da empresa (sr. Ricardo), este forneceu-me o seu contacto de telemóvel para lhe comunicar de forma expedita os resultados de um teste de água que pediu para fazer. Estou a tentar ligar-lhe há mais de uma semana e nunca atendeu as chamadas, nem devolveu. Ontem enviei sms e até ao momento nenhum contacto. É lamentável esta situação... Aguardo intervenção rápida para resolução deste impasse.Passados vários meses sem qualquer contacto, voltei a ligar ao tal sr. Ricardo, que me atendeu o telefone (já se devia ter esquecido do número), sem no entanto me dar qualquer indicação sobre a execução ou não das reparações. No início deste verão, acabei por me deslocar presencialmente aos serviços de apoio ao cliente da Leroy Merlin de Matosinhos, que contactaram a empresa em causa, uma vez que nem sequer tinham ainda o relatório da visita. De qualquer forma, a minha deslocação foi infrutífera, porque se comprometeram a resolver o impasse numa semana e nada aconteceu.Fui uma segunda vez à loja de Matosinhos, reclamei das falhas persistentes na resolução do meu problema, comprometeram-se novamente a resolver a situação, e mais uma vez o silêncio total de todos.
Reclamação à empresa Condominios da Vila
Eu sou a Emília Azevedo e, venho por este meio fazer queixa sobre a empresa que administrou o nosso prédio até fim de Junho/2015, esta empresa chama-se -CONDOMÍNIOS DA VILA, situada em, Rua Cimo de Vila, nº 9 4480-158 Azurara Vila do Conde/PORTO-, o responsável é o Sr. Alfredo Santos, vou mencionar 2 incidentes que a empresa CONDOMÍNIOS DA VILA concretizou no n/ prédio, Trv. dos Oleiros nº325 B1 e B2 , Trv. dos Pelames A1 e A2- Gião Vila do Conde. Esta empresa já tinha dado sinais de que as contas eram incoerentes desde á 2 anos atrás, mas , na verdade o que nos levou a destituí-la foi que esta empresa gerida pelo Sr. Alfredo Santos , deixou de pagar as faturas da eletricidade da nossa garagem e, é claro, a EDP fez o corte da luz , e sem que os condóminos se apercebessem que não existia luz na garagem, o Sr. Alfredo pediu ao seu funcionário que fizesse uma ligação clandestina para que tivéssemos luz nas áreas comuns, isto ocorreu desde Maio/2014 a Outubro/2014, ora, ficamos sem faturação elétrica 5 meses. Em Novembro/2014 o Sr. Alfredo fez um contrato com uma nova distribuidora de eletricidade e os técnicos da EDP verificaram que ali havia GATO foi quando os condóminos se aperceberam do decorrido...confrontamos o Sr. Alfredo na reunião de Janeiro/2015 e, ele negou dizendo que tinha sido o seu funcionário...isto é grave.... E existe ainda um outro problema, também grave, uma divida a fornecedor que lhe CONFIAMOS 710,79€ (que muito nos custou a pagar porque, somos condóminos pobres que trabalhamos para fazer face às n/ obrigações) para ele pagar a ligação à rede do saneamento à INDAQUA - Gestão de Águas de Vila do Conde,S.A. e, este Sr. Alfredo não somente ficou com o dinheiro como realizou junto da INDAQUA um contrato em prestações de 24 meses para pagar os 710,79€, mais uma vez, fê-lo sem que nós soubéssemos, este episodio ocorreu em Junho/2015, e quando ele foi destituído é que se descobrir este saque .A Indaqua está agora a pedir-nos o pagamento do valor em divida.
Cessação de contrato dia 21 de agosto. E dia 1 de setembro foi tirado por débito directo o valor .
Foi efectuado contrato de seguro de um telefone comprado numa loja phonehouse.No dia 21 de agosto de 2015 foi enviado mail para o cancelamento do mesmo.Recebi um mail da empresa . Dizendo que apartir daquele dia seria cancelado o mesmo.Para meu espanto dia 1 de setembro foi me retirado o valor de 24.99 €.Hoje dia 6 de setembro liguei para a empresa. Fui informado que seria recercido noninicio do mês de Outubro sem qualquer aviso.Tenho prova dos e-mails trocados.
Corte de fornecimento de água, internet e tv à cabo
O senhorio quer que eu saia do quarto que arrendei, mas ainda não denunciou o contrato, pois não recebi nenhum aviso. Propus resolução amigável, mas antes de obter qualquer resposta do senhorio percebi que os serviço de internet, tv à cabo e fornecimento de água foram cortados. Pago por estes serviços adiantadamente, junto com o pagamento da renda mensal. Apesar de haver diversos quartos e moradores, somente eu estou na casa neste período e acredito que esta situação seja para forçar minha saída, na qual, por motivos contratuais, eu seria prejudicado.Grave é a falta de água, pois não consigo tomar banho, escovar dentes, usar a sanita e cozinhar, ou seja, não consigo manter minimamente minha dignidade dada a situação na qual me encontro. Creio ter que alugar quarto em algum hotel e ter que comer fora de casa até que a situação se normalize, o que acarretará em custos não previstos.Tentei me comunicar por meio dos telefones para assuntos urgentes disponibilizados em contrato pelo senhorio, mas não fui atendido. Enviei e-mails e ainda não obtive respostas. Estou à procura de quarto para passar esta noite e me preocupo com meus pertences que ficarão no quarto e no frigorífico enquanto eu estiver fora.
Reclamação por incumprimento do contrato de arrendamento pelo Senhorio
- Compromisso de pequenas obras a realizar aquando da contratação e não realizadas.- Problemas detetados nos quartos, os quais foram reportados por telefone, assumindo o compromisso de realizar obras de fundo mas até a presente data- não realizadas.- Contactados por email informando que até as obras não serem efetuadas não seria realizado mais nenhuma liquidação de renda, foi-nos informado por telefone, que teríamos que aguardar pelo tempo bom e aguentar com o frio e continuar a pagar a renda mesmo vivendo precariamente, com bolor e problemas respiratórios vários, muito frio e humidade. Ou então procurar outra casa, porque na falta de pagamento nos iriam levantar uma ação de despejo.Pretendo ajuda, uma vez que não possuo recursos, eu e meu filho fomos abandonados pelo pai, estou a pagar dividas dele e não posso pagar o aconselhamento de um advogado.
A vizinha de cima tem um cano roto acontece que pinga água em minha casa junto à luz est
Pinga água na minha casa de banho por causa do vizinho de cima estamos fartos de falar com o senhorio mas não há meio de virem arranjar já falei com o vizinho que se recusa arranjar a sua conta diz que se paga a renda ñ têm que fazer arranjos a sua conta
impossibilidade de concorrer devido ao valor limite d renda não corresponder ao real
Não se trata bem de uma queixa mas de um alerta para tentarem resolver a situação. Eu tal como muitos jovens neste pais tive que iniciar uma nova etapa da minha vida longe da minha residencia. Após vários anos a tentar arranjar emprego na área que me licenciei, perto de casa não tive sucesso e tive que me deslocar cerca de 200 km de distancia, ou seja de coimbra para a covilhã. Sendo as despesas muitas tanto em viagens como arrendamento pensei em concorrer a unica ajuda que tenho conhecimento- porta 65 jovem. No entanto encontrei logo de inicio um grande obstaculo, as rendas altissimas que se encontravam de momento na Covilhã devido ao crescimento e procura da UBI. A mudança teria que ser rápida pois a empresa assim o exigia mesmo assim estive um mês numa procura exaustiva de uma renda mais acessível. Rendas inferiores a 300 euros com o minimo de condições eram difíceis de encontrar sendo que segundo o portal 65 jovem o limite máximo de renda é 294 euros. neste momento pago uma renda de 330 euros de um T0.
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