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Facturação indevida a contrato inactivo

Esta reclamação é pública

Reclamação

E. A.

Para: EDP Comercial

18/05/2022

No dia 12 de Abril deixei de ter qualquer responsabilidade com o consumo, pois o novo inquilino da casa, com o CPE PT 0002 000 040 885 816 PF, fez um contrato em seu nome na Goldenergy, tendo aparecido de imediato no meu portal da EDP e na app, como contracto inactivo. Acontece que passado um mês, recebo uma nova factura referente ao período de 13 de Abril / 12 de Maio, período em que nada tenho a ver com a questão. Estranhamente não há qualquer consumo de 13 abr a 30 abr 2022 e volta a ser facturado de 1 mai a 12 mai 2022. Segundo um dos contactos efectuados, houve, efectivamente, uma desactivação em abril, mas não sabem o porquê voltou a ser reactivado. Entro em contacto com a EDP comercial e sou informado que o meu contrato se mantém activo, apesar de estar inactivo no portal e na app. Não arranjam nenhuma justificação para o sucedido e "obrigam-me" a pagar a factura. Tento cancelar o contrato, já que afirmam que está activo, dizem-me que terei de dar um prazo, que terei de agendar o desligar do fornecimento. O novo inquilino tem um contrato válido na Goldenergy, porque motivo lhe vão cortar a electricidade? Entrando em contacto com a Goldenergy, não sabem explicar. Entrando em contacto com a e-redes dizem que eu sou o titular do CPE com um contrato com a EDP. Agora seria bom as 3 entidades em causa (EDP Comercial, Goldenergy e e-redes) se entendessem, pois eu nada tenho a ver com esta factura, ponto de distribuição ou titularidade do contrato, desde 12 de Abril e, por consequência, quero a factura FT2022 34/340019867401 anulada. Dos telefonemas efectuados noto que o problema é a desorganização dentro da Goldenergy que não deve ter tratado das coisas convenientemente e a EDP decidiu que alguém iria pagar, mesmo estando o contrato inactivo e, internamente o reactivaram, apesar de continuar a aparecer para o cliente como inactivo. No meio há a e-redes que fica sempre a ganhar, pois assim tenta ganhar do ex-cliente e do futuro cliente, ou seja recebe 2 vezes.

Solução pretendida

  • Anulação das facturas posteriores a 12 de Abril, prova de contrato anulado e passar para o novo titular, repondo assim a total legalidade da situação.

Resposta (1)

E. A.

Para: EDP Comercial

05/06/2022

A questão não ficou resolvida e paguei a fatura. Isto não passa de uma burla por parte da e-redes com a conivência dos fornecedores de energia. Se houvesse defesa do consumidor ou regulação, esta situação nunca aconteceria, mas estamos num país a saque. O esquema é fácil. - Um cliente sai de uma casa, deixa a eletricidade ligada, para facilitar a vida ao novo inquilino. - O novo inquilino entra em contacto com um fornecedor de energia (Goldenergy) e efetua um contrato. - A e-Redes recebe o pedido de mudança de titularidade e informa a EDP, que desativa no portal do cliente o contrato, e altera o titular (foi provado que eles receberam essa comunicação dia 12 de Abril). - a e-Redes, verifica que o novo cliente não preenche os requisitos, pois falta um documento, e informa o novo fornecedor para contactar o cliente. - O novo fornecedor, Goldenergy, não comunica com o novo cliente. - Assim que a e-redes verifica que o processo não está correto, volta a ativar o anterior cliente e envia os dados para fracturação para a anterior fornecedora. - A anterior fornecedora fatura o antigo cliente, pois recebeu os dados da e-redes. Solução simples e honesta. Se a e-redes recebesse um pedido de mudança de titularidade e verificasse que não estava correto, deveria cortar o fornecimento de energia em vez de devolver ao anterior cliente o contrato e consumos. A isto chama-se burla e só possível por não haver defesa do consumidor, neste país. A solução, foi EU ir ter com o novo inquilino, para comunicar que o processo não estava completo, e pagar as facturas que me foram imputadas indevidamente.