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zurich goza com os lesados

Caso encerrado Resolvida sem sucesso

Esta reclamação é pública

Reclamação

B. D.

Para: Zurich Portugal

14/04/2022

A zurich recusa-se a reembolsar custas médicas directamente relacionadas com um acidente de trabalho que me causou uma fractura exposta no pulso da minha mão principal, recusa-se a pagar os 16 dias que não trabalhei por não informarem a minha entidade patronal da situação da minha baixa e por me fazerem perder tempo desnecessário nas urgências do hospital. Recusam-se a pagar-me um apoio de braço que eu comprei por iniciativa própria, pois saí do hospital a segurar no braço direito com o braço esquerdo, e recusam-se também a pagar uma escova de dentes eléctrica, que também comprei por iniciativa própria, pois fiquei com o meu braço PRINCIPAL incapaz de fazer qualquer actividade durante pelo menos 6 semanas, e tentar lavar os dentes com a mão oposta com uma escova manual é inútil. Estão a pedir-me prescrições médicas para uma escova de dentes eléctrica e para um apoio de braço... No dia 25 de Março foi-me atribuida uma incapacidade temporária de 15%, pelo qual a seguradora deixou de me pagar os salários da baixa a partir desse dia, e ficou também marcada uma consulta de avaliação de dano para dia 29 de Março ás 15h na Clinica SAMS. No própria dia 29 de Março por volta das 9h30m da manhã tentaram contactar-me da Clinica SAMS, duas vezes, mas não atendi porque ainda estava a dormir, e a deixaram-me uma mensagem SMS a informar que a consulta de avaliação de dano de dia 29 de Março tinha sido remarcada para dia 18 de Abril ás 16h. Como disse anteriormente, a seguradora deixou de me pagar o salário a partir do dia 25 de Março quando me foi atribuida a incapacidade temporária de 15%, mas a minha entidade patronal não foi avisada de nada, eu só comecei a trabalhar a partir do dia 11 de Abril pois ninguém no meu trabalho sabia da situação da minha baixa, e a seguradora recusa-se também a pagar-me estes 16 dias que não trabalhei, a gestora do caso da zurich ainda teve a audácia de me dizer que só não trabalhei durante esses 16 dias PORQUE NÃO QUIS. Ninguém da minha entidade patronal fazia ideia da remarcação da consulta de avaliação de dano, até contactaram-me do meu local de trabalho no dia 30 de Março para perguntarem-me porque faltei á consulta de dia 29, e tive que lhes explicar que foi remarcada para dia 18 de Abril e que a única prova que tenho é uma mensagem SMS. Como disse no parágrafo anterior, comecei a trabalhar a partir do dia 11 de Abril, no dia 12 de Abril tive folga, e hoje dia 13 de Abril foi o meu segundo dia activo no trabalho. No primeiro dia custou habituar-me a voltar ao trabalho, o meu braço ainda não roda nem articula totalmente para nenhuma das direcções e tenho especial dificuldade em virar a palma da mão para baixo ou para cima a 90 graus, e tenho que conduzir um motociclo para entregar os pedidos aos clientes. Hoje dia 13 de Abril já me foi bastante desconfortável no pulso a conduzir o motociclo, liguei para a zurich e expliquei a situação, perguntei como deva proceder para que se reavalie se estou apto ou não para trabalhar num motociclo com o pulso neste estado, e foi-me dito ao telefone pela zurich que eu deva passar nas urgências do hospital para explicar a um médico o que sinto, e enviar-lhes o relatório das urgências para que possam avaliar se me prolongam a baixa ou não. Ainda liguei para o SNS24, expliquei a situação toda e perguntei se seria uma perda de tempo ir ás urgências com o propósito que me foi sugerido pela zurich, também acharam que sim, mas como foi a única alternativa que me foi dada ao telefone pela zurich eu segui o que me foi sugerido e fui até ás urgências do Hospital de Santa Maria, a pé, com o propósito de obter um relatório médico que indique que eu ainda não estou apto para conduzir motociclos, os médicos ficaram espantados por eu ser a 4ª pessoa hoje a ir perder tempo ás urgências por indicação de uma seguradora.

Solução pretendida

  • Reembolso: € 999999,99