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Problema na adaptação do colchão Tempur

Caso encerrado Resolvida sem sucesso

Esta reclamação é pública

Reclamação

G. C.

Para: EL CORTE INGLÉS

18/12/2021

Venho por este meio comunicar a vossas excelências, que no dia 27 de Setembro compramos um colchão no El Corte Inglês de Gaia do valor €3.436 . O colchão foi entregue a 20 de Outubro e experimentamos duas semanas. Entre estas duas semanas a minha mulher quase não dormiu e ficou com problemas nas costas tão graves que teve de ir ao médico que confirmou que o problema vem de dormir num colchão demasiado duro. Temos provas destas visitas ao médico. Depois de duas semanas de termos dormido no colchão ligamos logo para o El Corte Inglês para explicar a situação de não adaptação ao colchão e pedimos para trocar para um modelo mais mole. O El Corte Inglês não deu uma resposta concreta e disseram que iriam ver as possibilidades de trocar. Durante um mês insistimos com vários telefonemas e pessoalmente, mas o El Corte Inglês sempre adiou uma resposta. Durante este tempo a minha mulher dormiu no chão com o nosso colchão antigo e eu continuo a dormir no sofá até aos dias de hoje. Porque depois destas duas semanas de experimentar arrumamos o colchão na embalagem original a espera de resposta. Depois de insistir quase diariamente com o Corte Inglês, eles enviaram um técnico da marca do colchão para fazer um relatório de qualidade. Como só usamos o colchão durante 2 semanas e sempre com proteção e lençol o técnico confirmou o estado imaculado do colchão no seu relatório no dia 10 de Dezembro. Com muita esperança ligamos novamente ao El Corte Inglês na semana seguinte ,para saber que a final não nos vão trocar o colchão por motivos de política da empresa. Sentimo-nos mal tratados com a decisão final, mas também a demora e o atendimento. Melhores cumprimentos, Justina Horn e Gonçalo Cardoso

Solução pretendida

  • Reembolso: € 3436,00
  • Troca

Resposta (1)

G. C.

Para: EL CORTE INGLÉS

05/01/2022

Bom Dia, continuo à espera de uma resposta da minha reclamação. Cumprimentos, Gonçalo Cardoso