Não recebimento de bagagem no destino

TAP-Air Portugal


Esta reclamação é pública

  • J. V. Para TAP-Air Portugal

    Venho, por este meio, comunicar a V. Exas. que, na viagem de avião Lisboa-Copenhaga no voo TP754 a 08set19, a bagagem entregue no Aeroporto de Lisboa nunca chegou ao destino. Efetuei a reclamação no balcão da Star Alliance/SAS de Conpenhaga, tendo sido aberto o processo nº CPHTP18118. A bagagem trazia toda a minha roupa para o cruzeiro aos fiordes da Noruega, no navio Maraviglia da MSC, o qual saíu de Copenhaga a 08/09/2019, passando por Geiranger (N), Flaam (N), Stavanger (N), Kiel (D), e regresso a Copenhaga a 15/09/2019. Só no regresso de Copenhaga a 15/09/2019, já em Lisboa, a minha mala me foi devolvida, após me deslocar ao serviço de reclamações. Na realidade, a mala nunca saiu do aeroporto de Lisboa. Não tive oportunidade de usufruir de grande parte das facilidades /eventos /divertimentos disponíveis aos passageiros no navio, numa viagem que imaginei ser de sonho e de descanso e na qual gastei, sem contar com despesas a bordo e em terra, cerca de 2.000 € por pessoa, no total um pouco mais de 6.000€, só na viagem, que incluiu o cruzeiro, passagens aéreas e transferes, para mim, esposa e filho. Na realidade acabou por ser uma viagem de grande stress, frustração e emocionalmente desgastante. A verdade é que fiquei sem a mala de viagem que continha diverso vestuário e calçado adequado ao programa do cruzeiro, diversos utensílios de higiene pessoal, e medicamentos que tomo diariamente (e que não tomei durante 7 dias). Não tive assim condições para utilizar as piscinas, o ginásio e outras atividades desportivas disponíveis no navio, e com grande tristeza e desgosto fui obrigado a faltar a eventos de cerimónia com dress code, designadamente o jantar de gala, bem como a suportar a vergonha de frequentar alguns eventos com roupa desadequada. Da mesma forma, não tinha também roupa e calçado apropriados às condições climatéricas dos locais que ia visitar em terra. E como é óbvio, é muito limitada a escolha de vestuário a bordo, com reduzida variedade de tipos, cor, e tamanhos, e nas pequenas povoações inicialmente visitadas na Noruega apenas existiam produtos locais para turistas. Vi-me forçado a adquirir algum vestuário, sobretudo roupa quente e de proteção de chuva que, dadas as cores e/ou tipo do material disponíveis nos mencionados locais, provavelmente não voltarei a utilizar. Felizmente a mala apareceu e não se verificaram os prejuizos materiais de uma perda total. Contudo o objetivo da minha viagem ficou irrecuperavelmente prejudicado, tendo regressado desencantado e desgostoso em vez de satisfeito, pelo que entendo ter direito a ser indemnizado por quem me causou tamanha frustração e transtorno. Cabendo a V. Exas. assumir a responsabilidade pela não disponibilização da minha bagagem, venho, por este meio, não só exigir que me indemnizem pelas despesas que só tive de realizar por não ter os meus bens, no valor de € 203,62 (valores debitados pelo banco, já incluindo a comissão do serviço internacional e imposto de selo), mas também uma compensação monetária por danos emocionais, pelo prejuízo de me terem impedido de gozar o cruzeiro em condições minimamente aceitáveis. Pelos danos não materiais, pretendo que me seja pago, a título de compensação, o valor de € 700,00, correspondendo a € 100,00 por dia sem bagagem, admitindo em alternativa, e se for de mais fácil operacionalização pela TAP, que esta compensação seja materializada através de um crédito na TAP naquele montante, para futura(s) aquisição(ões) de passagens aéreas para mim e/ou minha família, em data(s) e para destino(s) a escolher. Enviei carta registada com Aviso de Receção para a TAP, a 19set2019 (RD 8370 2667 4 PT), com cópia das despesas realizadas, da reclamação efetuada em Copenhaga, e dos boarding pass e não tive qualquer resposta até à data.

    Detalhes da reclamação

    Venho, por este meio, comunicar a V. Exas. que, na viagem de avião Lisboa-Copenhaga no voo TP754 a 08set19, a bagagem entregue no Aeroporto de Lisboa nunca chegou ao destino. Efetuei a reclamação no balcão da Star Alliance/SAS de Conpenhaga, tendo sido aberto o processo nº CPHTP18118. A bagagem trazia toda a minha roupa para o cruzeiro aos fiordes da Noruega, no navio Maraviglia da MSC, o qual saíu de Copenhaga a 08/09/2019, passando por Geiranger (N), Flaam (N), Stavanger (N), Kiel (D), e regresso a Copenhaga a 15/09/2019. Só no regresso de Copenhaga a 15/09/2019, já em Lisboa, a minha mala me foi devolvida, após me deslocar ao serviço de reclamações. Na realidade, a mala nunca saiu do aeroporto de Lisboa. Não tive oportunidade de usufruir de grande parte das facilidades /eventos /divertimentos disponíveis aos passageiros no navio, numa viagem que imaginei ser de sonho e de descanso e na qual gastei, sem contar com despesas a bordo e em terra, cerca de 2.000 € por pessoa, no total um pouco mais de 6.000€, só na viagem, que incluiu o cruzeiro, passagens aéreas e transferes, para mim, esposa e filho. Na realidade acabou por ser uma viagem de grande stress, frustração e emocionalmente desgastante. A verdade é que fiquei sem a mala de viagem que continha diverso vestuário e calçado adequado ao programa do cruzeiro, diversos utensílios de higiene pessoal, e medicamentos que tomo diariamente (e que não tomei durante 7 dias). Não tive assim condições para utilizar as piscinas, o ginásio e outras atividades desportivas disponíveis no navio, e com grande tristeza e desgosto fui obrigado a faltar a eventos de cerimónia com dress code, designadamente o jantar de gala, bem como a suportar a vergonha de frequentar alguns eventos com roupa desadequada. Da mesma forma, não tinha também roupa e calçado apropriados às condições climatéricas dos locais que ia visitar em terra. E como é óbvio, é muito limitada a escolha de vestuário a bordo, com reduzida variedade de tipos, cor, e tamanhos, e nas pequenas povoações inicialmente visitadas na Noruega apenas existiam produtos locais para turistas. Vi-me forçado a adquirir algum vestuário, sobretudo roupa quente e de proteção de chuva que, dadas as cores e/ou tipo do material disponíveis nos mencionados locais, provavelmente não voltarei a utilizar. Felizmente a mala apareceu e não se verificaram os prejuizos materiais de uma perda total. Contudo o objetivo da minha viagem ficou irrecuperavelmente prejudicado, tendo regressado desencantado e desgostoso em vez de satisfeito, pelo que entendo ter direito a ser indemnizado por quem me causou tamanha frustração e transtorno. Cabendo a V. Exas. assumir a responsabilidade pela não disponibilização da minha bagagem, venho, por este meio, não só exigir que me indemnizem pelas despesas que só tive de realizar por não ter os meus bens, no valor de € 203,62 (valores debitados pelo banco, já incluindo a comissão do serviço internacional e imposto de selo), mas também uma compensação monetária por danos emocionais, pelo prejuízo de me terem impedido de gozar o cruzeiro em condições minimamente aceitáveis. Pelos danos não materiais, pretendo que me seja pago, a título de compensação, o valor de € 700,00, correspondendo a € 100,00 por dia sem bagagem, admitindo em alternativa, e se for de mais fácil operacionalização pela TAP, que esta compensação seja materializada através de um crédito na TAP naquele montante, para futura(s) aquisição(ões) de passagens aéreas para mim e/ou minha família, em data(s) e para destino(s) a escolher. Enviei carta registada com Aviso de Receção para a TAP, a 19set2019 (RD 8370 2667 4 PT), com cópia das despesas realizadas, da reclamação efetuada em Copenhaga, e dos boarding pass e não tive qualquer resposta até à data.

    Solução pretendida

    Compensação

    Documentos anexados
    • Documento comprovativo
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