Ediclube-Edição e Promoção do Livro Lda


Esta reclamação é pública

  • M. S. Para Ediclube-Edição e Promoção do Livro Lda

    Exmos Srs. Em Outubro de 2018 encomendei um aparelho para limpar (lavar) vidros de janelas que me custaria cerca de 250 euros a pagar em suaves prestações. Quando chegou a encomenda, o meu filho retirou o aparelho da embalagem e após rápida análise concluímos que não servia para o serviço que pretendíamos pois para além de ser bastante frágil, de fraca qualidade e muito longe de corresponder ás espectativas e à publicidade (no mínimo enganosa) sobre o mesmo, voltámos a colocá-lo na respectiva embalagem (juntamente com os "brindes" que o acompanhavam) e procedemos à sua devolução via RSF, o que foi feito nos Correios do Bairro Novo - Amadora, no prazo legal. Como as prestação continuavam a chegar e a serem pagas por débito directo, por várias vezes tentei contactar a empresa Ediclube e a única coisa que me diziam era que iam ver e depois contactar-me-iam, o que nunca aconteceu. Assim sendo, desloquei-me á agência bancária da CGD e cancelei esse débito directo, e, qual foi o meu espanto, quando soube que já lá estavam, pasme-se, mais quatro autorizações para outros tantos débitos directos, que nunca fiz nem faço a mínima ideia para que seriam. Cerca de um mês depois, em Novembro de 2018, começou o calvário, primeiro com um telefonema em que alguém "do outro lado" em tom agressivo e ameaçador começou por insinuar que o aparelho em causa nunca teria chegado ao armazém e que apenas tinham encontrado os "brindes" dentro da embalagem, o que é manifestamente falso (tenho testemunhas que comprovam o que afirmo e a embalagem foi inclusivamente fechada pelo meu filho com "fita americana"), e que teria que pagar tudo senão iam para Tribunal, faziam e aconteciam, isto num linguarejar próprio de "carroceiros" sem educação nenhuma, ao que respondi declarando a minha absoluta inocência em tais factos, firmada pela minha honestidade mais que comprovada em 87 anos de idade e 44 como Funcionária Pública (actualmente já aposentada). A partir daí, após 242 chamadas feitas por esses energúmenos (a última foi há poucos minutos) tanto para o meu telemóvel como para o telefone fixo da minha casa, que não atendi, não atendo nem atenderei mais, continuam a assediar-me 3 vezes por dia. Se a situação continuar estou a ponderar apresentar queixa junto da P.S.P. Entretanto fica aqui este "Aviso à Navegação" para que possíveis incautos não venham a cair nem nestes contos do vigário modernos, nem nos expedientes censuráveis usados para cobranças indevidas.

    Detalhes da reclamação

    Exmos Srs. Em Outubro de 2018 encomendei um aparelho para limpar (lavar) vidros de janelas que me custaria cerca de 250 euros a pagar em suaves prestações. Quando chegou a encomenda, o meu filho retirou o aparelho da embalagem e após rápida análise concluímos que não servia para o serviço que pretendíamos pois para além de ser bastante frágil, de fraca qualidade e muito longe de corresponder ás espectativas e à publicidade (no mínimo enganosa) sobre o mesmo, voltámos a colocá-lo na respectiva embalagem (juntamente com os "brindes" que o acompanhavam) e procedemos à sua devolução via RSF, o que foi feito nos Correios do Bairro Novo - Amadora, no prazo legal. Como as prestação continuavam a chegar e a serem pagas por débito directo, por várias vezes tentei contactar a empresa Ediclube e a única coisa que me diziam era que iam ver e depois contactar-me-iam, o que nunca aconteceu. Assim sendo, desloquei-me á agência bancária da CGD e cancelei esse débito directo, e, qual foi o meu espanto, quando soube que já lá estavam, pasme-se, mais quatro autorizações para outros tantos débitos directos, que nunca fiz nem faço a mínima ideia para que seriam. Cerca de um mês depois, em Novembro de 2018, começou o calvário, primeiro com um telefonema em que alguém "do outro lado" em tom agressivo e ameaçador começou por insinuar que o aparelho em causa nunca teria chegado ao armazém e que apenas tinham encontrado os "brindes" dentro da embalagem, o que é manifestamente falso (tenho testemunhas que comprovam o que afirmo e a embalagem foi inclusivamente fechada pelo meu filho com "fita americana"), e que teria que pagar tudo senão iam para Tribunal, faziam e aconteciam, isto num linguarejar próprio de "carroceiros" sem educação nenhuma, ao que respondi declarando a minha absoluta inocência em tais factos, firmada pela minha honestidade mais que comprovada em 87 anos de idade e 44 como Funcionária Pública (actualmente já aposentada). A partir daí, após 242 chamadas feitas por esses energúmenos (a última foi há poucos minutos) tanto para o meu telemóvel como para o telefone fixo da minha casa, que não atendi, não atendo nem atenderei mais, continuam a assediar-me 3 vezes por dia. Se a situação continuar estou a ponderar apresentar queixa junto da P.S.P. Entretanto fica aqui este "Aviso à Navegação" para que possíveis incautos não venham a cair nem nestes contos do vigário modernos, nem nos expedientes censuráveis usados para cobranças indevidas.

    Solução pretendida

    Para já, exijo que parem de me incomodar e assediar telefónicamente.

    Documentos anexados
    Não há ficheiros anexados
  • Ediclube-Edição e Promoção do Livro Lda Para M. S.

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