Cobrança e Penhora bancária ilegal

Com intervenção da DECO PROTESTE

Galp Power


Esta reclamação é pública

  • N. G. Para Galp Power

    Venho por este meio, reclamar da empresa Galp Power S.A.. Sou antiga cliente da Galp Power tendo contratado a empresa para me fornecer os seus serviços de energia em Fevereiro de 2015 e assim fui cliente até dia 7 de Outubro de 2015, dia em que já tendo mudado de residência, telefonei para o vosso apoio ao cliente para me enviarem a fatura final e rescindir o contrato e me foi dito para enviar email para contractacao.galpon@galpenergia.com que o assunto estaria resolvido. Assim o fiz, tenho email como prova e nada me foi dito sobre faturas em atraso na altura. Dei o assunto como encerrado. Até ao dia 10 de Julho de 2019, quando recebi uma carta de uma agente de execução, com um processo de penhora por parte da Galp Power PE/1003/2018. Carta esta até com documentos que eram suposto ter sido enviados em 2017 para a minha morada antiga, que nunca chegaram. Tendo já me penhorado 19€ de IRS, e com faturas alegadamente por pagar de Junho de 2015 a Abril de 2016 - totalizando, com juros, o valor de 1092€! Isto quando eu rescindi contrato com a Galp Power em Outubro de 2015 e já nem morava na casa onde o contracto ainda estava activo! Se a GALP Power não interrompeu o serviço e os inquilinos posteriores usaram electricidade à vontade, então a culpa não é minha. Ora, então depois de receber esta carta extensa por parte da agente de execução - que recebi no dia 10 de Julho de 2019 - decidi ligar à Galp para me facultar os duplicados das alegadas faturas, acederam ao meu pedido, fui informada que as iria receber por email, mas até hoje dia 14 de Agosto de 2019 - nada recebi. Entrei então em contacto com a agente de execução, ainda no dia 10 de Julho de 2019, ou tentei. Porque desde esse dia que não consigo entrar em contacto com a mesma por telefone, enviei então email (por sugestão da secretária da agente de execução) para a agente de execução a explicar toda a situação, e reencaminhando o email de PROVA em como rescindi o contrato com a Galp Power SA a 7 de Outubro de 2015. Não obtive resposta. A agente de execução respondeu-me então finalmente no dia 6 de Agosto de 2019, via email, a dizer que estava à espera da resposta da GALP POWER SA ao que eu expus. Finalizando, no dia 12 de Agosto de 2019, sou informada pelo meu banco Caixa Geral de Depósitos, que a Galp Power SA penhorou a minha conta bancária no valor de 1700€, valor este INFUNDADO, quando nas cartas que recebi dizem 1092.66€, mas adiante. Tentei falar com a agente de execução de novo, mas não estava, então fui ainda informada pela secretária da mesma que aos 1700€ dessa alegada dívida, ainda acresciam 1000€ para a agente de execução. Ora então 1700€ de penhora, quando NUNCA fui informada de dívidas pendentes até este ano - 4 anos depois, e tendo eu provas que rescindi o contrato em Outubro de 2015. E penhorarem-me a conta bancária sem qualquer aviso, e sem qualquer resposta durante mais de um mês de qualquer uma das partes - Galp Power SA ou da agente de execução, acho anti-ético, e até ilegal. Acho ultrajante e completamente infundado o valor desta suposta dívida e penhora, por uma empresa que se mostra ser profissional como a Galp Power SA. Mais acrescento, que ao abrigo da Lei dos Serviços Essenciais (Lei nº 10/2013, de 28 de janeiro) estipula que “o direito ao recebimento do preço do serviço prestado prescreve no prazo de seis meses após a sua prestação” e que “o prazo para a propositura da ação ou da injunção pelo prestador de serviços é de seis meses, contados após a prestação do serviço ou do pagamento inicial, consoante os casos”. Face ao exposto exijo que o registo relativo da mesma divida seja eliminado, como também aos juros correspondentes, e que a minha penhora bancária seja anulada imediatamente. Obrigado. Sem outro assunto de momento, Natália Grosso

    Detalhes da reclamação

    Venho por este meio, reclamar da empresa Galp Power S.A.. Sou antiga cliente da Galp Power tendo contratado a empresa para me fornecer os seus serviços de energia em Fevereiro de 2015 e assim fui cliente até dia 7 de Outubro de 2015, dia em que já tendo mudado de residência, telefonei para o vosso apoio ao cliente para me enviarem a fatura final e rescindir o contrato e me foi dito para enviar email para contractacao.galpon@galpenergia.com que o assunto estaria resolvido. Assim o fiz, tenho email como prova e nada me foi dito sobre faturas em atraso na altura. Dei o assunto como encerrado. Até ao dia 10 de Julho de 2019, quando recebi uma carta de uma agente de execução, com um processo de penhora por parte da Galp Power PE/1003/2018. Carta esta até com documentos que eram suposto ter sido enviados em 2017 para a minha morada antiga, que nunca chegaram. Tendo já me penhorado 19€ de IRS, e com faturas alegadamente por pagar de Junho de 2015 a Abril de 2016 - totalizando, com juros, o valor de 1092€! Isto quando eu rescindi contrato com a Galp Power em Outubro de 2015 e já nem morava na casa onde o contracto ainda estava activo! Se a GALP Power não interrompeu o serviço e os inquilinos posteriores usaram electricidade à vontade, então a culpa não é minha. Ora, então depois de receber esta carta extensa por parte da agente de execução - que recebi no dia 10 de Julho de 2019 - decidi ligar à Galp para me facultar os duplicados das alegadas faturas, acederam ao meu pedido, fui informada que as iria receber por email, mas até hoje dia 14 de Agosto de 2019 - nada recebi. Entrei então em contacto com a agente de execução, ainda no dia 10 de Julho de 2019, ou tentei. Porque desde esse dia que não consigo entrar em contacto com a mesma por telefone, enviei então email (por sugestão da secretária da agente de execução) para a agente de execução a explicar toda a situação, e reencaminhando o email de PROVA em como rescindi o contrato com a Galp Power SA a 7 de Outubro de 2015. Não obtive resposta. A agente de execução respondeu-me então finalmente no dia 6 de Agosto de 2019, via email, a dizer que estava à espera da resposta da GALP POWER SA ao que eu expus. Finalizando, no dia 12 de Agosto de 2019, sou informada pelo meu banco Caixa Geral de Depósitos, que a Galp Power SA penhorou a minha conta bancária no valor de 1700€, valor este INFUNDADO, quando nas cartas que recebi dizem 1092.66€, mas adiante. Tentei falar com a agente de execução de novo, mas não estava, então fui ainda informada pela secretária da mesma que aos 1700€ dessa alegada dívida, ainda acresciam 1000€ para a agente de execução. Ora então 1700€ de penhora, quando NUNCA fui informada de dívidas pendentes até este ano - 4 anos depois, e tendo eu provas que rescindi o contrato em Outubro de 2015. E penhorarem-me a conta bancária sem qualquer aviso, e sem qualquer resposta durante mais de um mês de qualquer uma das partes - Galp Power SA ou da agente de execução, acho anti-ético, e até ilegal. Acho ultrajante e completamente infundado o valor desta suposta dívida e penhora, por uma empresa que se mostra ser profissional como a Galp Power SA. Mais acrescento, que ao abrigo da Lei dos Serviços Essenciais (Lei nº 10/2013, de 28 de janeiro) estipula que “o direito ao recebimento do preço do serviço prestado prescreve no prazo de seis meses após a sua prestação” e que “o prazo para a propositura da ação ou da injunção pelo prestador de serviços é de seis meses, contados após a prestação do serviço ou do pagamento inicial, consoante os casos”. Face ao exposto exijo que o registo relativo da mesma divida seja eliminado, como também aos juros correspondentes, e que a minha penhora bancária seja anulada imediatamente. Obrigado. Sem outro assunto de momento, Natália Grosso

    Solução pretendida

    Reembolso: € 19,00

    Compensação

    Documentos anexados
    Não há ficheiros anexados
  • Enviada à DECO PROTESTE a 19 agosto 2019
  • Mensagem privada

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