N Seguros Zona Industrial da Maia I, Setor IX (Norte), Lote 20, Moreira da Maia, Maia


Esta reclamação é pública

  • R. F. Para N Seguros

    Na qualidade de tomador do contrato de seguro automóvel na companhia de seguros “N Seguros” com a apólice 31.5823171, referente ao veículo de matrícula 54-71-ZI, Opel Combo 1.7 van diesel sua propriedade. Nos termos e com os seguintes fundamentos: 1.º O reclamante celebrou o contrato de seguro automóvel, através do sítio da Internet da seguradora reclamada, na data de 03-07-2019, renovável anualmente tendo efectuado o pagamento por multibanco do valor respeitante à primeira anuidade. 2.º No dia 08-07-2018 pelas 17:02 horas, foi enviado um e-mail, por parte da companhia, para o reclamante, que dava conta da Resolução do Contrato, cujo anexo, vinha, cópia da carta registada relativa à resolução do contrato, conforme cópia que se junta em Anexo 1. 3.º Ora a aludida carta de resulução é de difícil interpretação e nada específica ou elucidativa, quanto aos factos que motivaram a rescisão. 4.º Face ao exposto o reclamante no mesmo dia pelas 17:46 horas, contactou telefonicamente a seguradora reclamada e obteve o esclarecimento por parte do operador que o motivo da rescisão do contrato de seguro, se devia ao facto de o reclamante não ter declarado, aquando da contratação do seguro, dois sinistros que se encontravam registados pela companhia Allianz, um em 2018 e outro em 2017 e que esta companhia não faz seguros a clientes, com dois ou mais sinistros registados nos últimos 5 anos. 5.º O reclamante explicou ao operador que, quanto ao sinistro de 2018, embora fosse tomador do seguro, não tinha sido interveniente no sinistro, ou seja na data, o condutor não era o reclamante e por isso desconhecia a exigência de o declarar. Quanto ao de 2017 simplesmente não existiu. Em resposta a operadora solicitou que contactasse a companhia Allianz a quem deveria solicitar um documento que desse conta da inexistência desse sinistro de 2017. 6.º De imediato o reclamante contactou a Allianz e solicitou o aludido documento, tendo-lhe sido explicado que o sinistro registado em 2017 era referente a uma quebra de vidros e que iria ser removido da base de dados, num prazo máximo de 24 horas, sendo no mesmo prazo remetido documento comprovativo. 7.º Logo de Seguida pelas 18:23, o reclamante contactou novamente a seguradora reclamada e deu conta ao operador, de que não tinha dois sinistros mas apenas um e que pretendia a reposição do seguro, tendo o operador esclarecido que não poderia reverter a situação. Acrescentou ainda o operador que o seguro se encontrava efectivamente anulado, desde a data da celebração do contrato, ou seja desde o primeiro dia, e que só o “Gabinete de Gestão” é que poderia reverter a situação e mesmo assim só sucederia quando estivesse regularizada a situação, por parte da Allianz, na base de dados. Acrescentou que àquela hora o aludido gabinete já estava fechado e não havia nada que pudesse fazer e que o reclamante não tinha seguro válido. 8.º Vejamos a situação do reclamante: - No dia 03-07-2019 subscreve um seguro automóvel através de uma plataforma online e faz o pagamento do prémio; - Desde então e já posse do comprovativo de pagamento e do Aviso/Recibo, começa a circular com o veículo normalmente; - No dia 08-07-2019 cerca das 17:30 verifica que recebeu um e-mail dando conta da resolução do contrato de seguro, numa altura em que se encontra em viagem, de regresso à sua residência e a mais de 300 quilómetros de distância; - Contacta a seguradora, que não reverte a situação e dá conta que o veículo circula sem seguro. 9.º É importante notar que o reclamante aquando da subscrição da apólice não omitiu nenhum dado propositadamente. Acresce que um dos sinistros registados tratava-se de um lapso de uma congénere da reclamada. A informação de que o seguro se encontrava anulado surge por e-mail e não sucede nenhum contacto telefónico por parte da companhia. O reclamante encontra-se naquele momento a mais de 300 quilómetros de casa a conduzir o veículo em questão, numa auto-estrada. 10.º Analisemos o procedimento da companhia de seguros: - Realiza contrato de seguro online através do seu sítio na internet; - Recebem o pagamento; - Emitem o Aviso/Recibo e remetem ao cliente por e-mail; - Cinco dias depois, às 17.02 horas, remetem por e-mail, uma cópia da carta registada da resolução do contrato; - Depois de contactados telefonicamente não revertem a situação no momento o que só fazem dois dias depois; 11.º Por tudo exposto o reclamante entende que o procedimento adoptado pela companhia de seguros é lamentável e errático, desde logo porque deveria ter notado pouco tempo depois da realização do contrato ( e não passados cinco dias) que existiam dados que não estavam correctos e contactar o segurado para esclarecer o que lhes aprouvesse. Por outro lado a resolução do contrato, sem qualquer aviso prévio, sem contacto telefónico e à hora que sucedeu, inviabilizaram a reposição da apólice. 12.º O procedimento da companhia de seguros, levou a que o reclamante tivesse parado numa área de serviço da auto-estrada mais de uma hora, a tentar solucionar o problema. “Obrigou” o reclamante a circular sem seguro de responsabilidade civil obrigatório, durante mais de 300 quilómetros em auto-estradas e estradas nacionais com grande tráfego. Originou a paragem do veículo durante um dia e meio. 13.º Posteriormente sucedeu: - Já no dia 10-07-2019 após contacto telefónico a companhia reverte a situação e envia um e-mail para dar sem efeito a resolução do contrato. - No dia 12-07-2019, a companhia, envia ao reclamante um Aviso/Recibo com um valor pra pagamento com um valor superior ao já pago, ou seja o valor do prémio passa a ser mais do dobro. - O reclamante solicita a Livre Resolução do contrato em 12-07-2019. 14.º

    Detalhes da reclamação

    Na qualidade de tomador do contrato de seguro automóvel na companhia de seguros “N Seguros” com a apólice 31.5823171, referente ao veículo de matrícula 54-71-ZI, Opel Combo 1.7 van diesel sua propriedade. Nos termos e com os seguintes fundamentos: 1.º O reclamante celebrou o contrato de seguro automóvel, através do sítio da Internet da seguradora reclamada, na data de 03-07-2019, renovável anualmente tendo efectuado o pagamento por multibanco do valor respeitante à primeira anuidade. 2.º No dia 08-07-2018 pelas 17:02 horas, foi enviado um e-mail, por parte da companhia, para o reclamante, que dava conta da Resolução do Contrato, cujo anexo, vinha, cópia da carta registada relativa à resolução do contrato, conforme cópia que se junta em Anexo 1. 3.º Ora a aludida carta de resulução é de difícil interpretação e nada específica ou elucidativa, quanto aos factos que motivaram a rescisão. 4.º Face ao exposto o reclamante no mesmo dia pelas 17:46 horas, contactou telefonicamente a seguradora reclamada e obteve o esclarecimento por parte do operador que o motivo da rescisão do contrato de seguro, se devia ao facto de o reclamante não ter declarado, aquando da contratação do seguro, dois sinistros que se encontravam registados pela companhia Allianz, um em 2018 e outro em 2017 e que esta companhia não faz seguros a clientes, com dois ou mais sinistros registados nos últimos 5 anos. 5.º O reclamante explicou ao operador que, quanto ao sinistro de 2018, embora fosse tomador do seguro, não tinha sido interveniente no sinistro, ou seja na data, o condutor não era o reclamante e por isso desconhecia a exigência de o declarar. Quanto ao de 2017 simplesmente não existiu. Em resposta a operadora solicitou que contactasse a companhia Allianz a quem deveria solicitar um documento que desse conta da inexistência desse sinistro de 2017. 6.º De imediato o reclamante contactou a Allianz e solicitou o aludido documento, tendo-lhe sido explicado que o sinistro registado em 2017 era referente a uma quebra de vidros e que iria ser removido da base de dados, num prazo máximo de 24 horas, sendo no mesmo prazo remetido documento comprovativo. 7.º Logo de Seguida pelas 18:23, o reclamante contactou novamente a seguradora reclamada e deu conta ao operador, de que não tinha dois sinistros mas apenas um e que pretendia a reposição do seguro, tendo o operador esclarecido que não poderia reverter a situação. Acrescentou ainda o operador que o seguro se encontrava efectivamente anulado, desde a data da celebração do contrato, ou seja desde o primeiro dia, e que só o “Gabinete de Gestão” é que poderia reverter a situação e mesmo assim só sucederia quando estivesse regularizada a situação, por parte da Allianz, na base de dados. Acrescentou que àquela hora o aludido gabinete já estava fechado e não havia nada que pudesse fazer e que o reclamante não tinha seguro válido. 8.º Vejamos a situação do reclamante: - No dia 03-07-2019 subscreve um seguro automóvel através de uma plataforma online e faz o pagamento do prémio; - Desde então e já posse do comprovativo de pagamento e do Aviso/Recibo, começa a circular com o veículo normalmente; - No dia 08-07-2019 cerca das 17:30 verifica que recebeu um e-mail dando conta da resolução do contrato de seguro, numa altura em que se encontra em viagem, de regresso à sua residência e a mais de 300 quilómetros de distância; - Contacta a seguradora, que não reverte a situação e dá conta que o veículo circula sem seguro. 9.º É importante notar que o reclamante aquando da subscrição da apólice não omitiu nenhum dado propositadamente. Acresce que um dos sinistros registados tratava-se de um lapso de uma congénere da reclamada. A informação de que o seguro se encontrava anulado surge por e-mail e não sucede nenhum contacto telefónico por parte da companhia. O reclamante encontra-se naquele momento a mais de 300 quilómetros de casa a conduzir o veículo em questão, numa auto-estrada. 10.º Analisemos o procedimento da companhia de seguros: - Realiza contrato de seguro online através do seu sítio na internet; - Recebem o pagamento; - Emitem o Aviso/Recibo e remetem ao cliente por e-mail; - Cinco dias depois, às 17.02 horas, remetem por e-mail, uma cópia da carta registada da resolução do contrato; - Depois de contactados telefonicamente não revertem a situação no momento o que só fazem dois dias depois; 11.º Por tudo exposto o reclamante entende que o procedimento adoptado pela companhia de seguros é lamentável e errático, desde logo porque deveria ter notado pouco tempo depois da realização do contrato ( e não passados cinco dias) que existiam dados que não estavam correctos e contactar o segurado para esclarecer o que lhes aprouvesse. Por outro lado a resolução do contrato, sem qualquer aviso prévio, sem contacto telefónico e à hora que sucedeu, inviabilizaram a reposição da apólice. 12.º O procedimento da companhia de seguros, levou a que o reclamante tivesse parado numa área de serviço da auto-estrada mais de uma hora, a tentar solucionar o problema. “Obrigou” o reclamante a circular sem seguro de responsabilidade civil obrigatório, durante mais de 300 quilómetros em auto-estradas e estradas nacionais com grande tráfego. Originou a paragem do veículo durante um dia e meio. 13.º Posteriormente sucedeu: - Já no dia 10-07-2019 após contacto telefónico a companhia reverte a situação e envia um e-mail para dar sem efeito a resolução do contrato. - No dia 12-07-2019, a companhia, envia ao reclamante um Aviso/Recibo com um valor pra pagamento com um valor superior ao já pago, ou seja o valor do prémio passa a ser mais do dobro. - O reclamante solicita a Livre Resolução do contrato em 12-07-2019. 14.º

    Solução pretendida

    revisão dos procedimentos

    Documentos anexados
    Não há ficheiros anexados
  • R. F. Para N Seguros

    Bom dia! No dia 12-07-2019, solicitei anulação da apólice 310000 5 823 171, relativa ao veículo 54-71-ZI, por Livre Resolução do contrato. Uma vez que até à presente data ainda não me foi devolvido o montante pago conforme preconizado no n1 do art12 do DL 24/2014 de 14 de fevereiro e uma vez que o prazo constante no mesmo artigo (14 dias) se encontra já esgotado, solicito que me seja devolvido o dobro do valor pago, nos termos do n6 do mesmo artigo e diploma. Cumprimentos Ricardo Ferreira

    Bom dia! No dia 12-07-2019, solicitei anulação da apólice 310000 5 823 171, relativa ao veículo 54-71-ZI, por Livre Resolução do contrato. Uma vez que até à presente data ainda não me foi devolvido o montante pago conforme preconizado no n1 do art12 do DL 24/2014 de 14 de fevereiro e uma vez que o prazo constante no mesmo artigo (14 dias) se encontra já esgotado, solicito que me seja devolvido o dobro do valor pago, nos termos do n6 do mesmo artigo e diploma. Cumprimentos Ricardo Ferreira

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